sábado, 24 de agosto de 2013

O ESTOICISMO NOS CRISTÃOS - A TEMÁTICA DA INSENSIBILIDADE - Parte V - Índice | Anselmo Borges - O que pensa o papa Francisco sobre Deus



http://www.youtube.com/watch?v=K60Df3vNUVo&list=PL07CAF3F9BBD2765B » Episódio 12/93


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ANSELMO BORGES

retransmisión en directo O que pensa Francisco: 1. sobre Deus

por ANSELMO BORGES17 agosto 2013214 comentários

Depois de gravíssimos e sucessivos escândalos, quando a Igreja ia perdendo a credibilidade, chegou o Papa Francisco e os seus gestos e palavras anunciam um pontificado de mudança, que move consciências e desperta horizontes novos de esperança, de e para a humanidade.
Líder planetário, de influência global, importa conhecer o seu pensamento. O que pensa realmente Francisco, em temas fundamentais? Tentarei, ao longo dos próximos sábados, apoiando-me sobretudo na obra Sobre o Céu e a Terra, na qual dialoga com o rabino A. Skorka, publicada pela Clube do Autor, responder a esta pergunta essencial.
O cardeal Bergoglio, actual Papa Francisco, segue mais uma teologia narrativa do que uma teologia dogmática. Esta situa-se numa linha mais grega e responde com dogmas enquanto aquela se situa num horizonte mais vivencial e responde sobretudo com categorias históricas: o que é que acontece, quando Deus está presente? Lembre-se o passo do Evangelho, quando os discípulos de João Baptista vão perguntar a Jesus se ele é o Messias e Jesus responde: Ide dizer a João o que ouvis e vedes: os coxos andam, os cegos vêem, o Reino de Deus está a concretizar-se.
Assim, Deus encontra-se numa experiência de caminho: "Na experiência pessoal de Deus, não posso prescindir do caminho." Trata-se de uma experiência dinâmica, de procura por diversos caminhos: "o da dor, o da alegria, o da luz, o da escuridão." O homem actual tem dificuldade em encontrá-lO, porque anda disperso. Diria, portanto, ao homem de hoje que "faça a experiência de entrar na sua intimidade para conhecer o rosto de Deus. O Deus vivo é o que ele vai ver com os seus olhos, dentro do seu coração".
Há uma experiência originária: a da dádiva. A criação é-nos dada e nós somos dados a nós mesmos. Temos uma tarefa: dominar a Terra. "Mas há um momento em que o homem se excede nessa tarefa, entusiasma-se em excesso e perde o respeito pela natureza", surgindo então os problemas ecológicos, que "são as novas formas de incultura". É preciso superar o síndroma de Babel, quando se verifica o exagero da tarefa, ignorando a dádiva. O construtivismo puro anda unido à confusão das línguas, isto é, à falta de diálogo, ao esquecimento do outro, à crispação, à desinformação, à agressão.
Percebe-se então que a oração não é a tentativa de "controlar Deus": "tratar-se-ia de um desvio, de um ritualismo excessivo ou de muitas atitudes de controlo." "Quando os actos litúrgicos se transformam em eventos sociais, perdem força": pense-se em certos casamentos e "no vestido - ou no despido". São pessoas que "não praticam qualquer acto religioso; vão apenas exibir-se". "Eu acredito que o mundano é narcisista, é consumista, é hedonista. O espírito da celebração litúrgica tem de assumir outro tom, ligado ao encontro com Deus". Na oração autêntica, há momentos de profundo silêncio reverente, a par do falar e do ouvir humilde.
A oração está unida à prática da justiça: "o acto que se concretiza com a ajuda ao próximo é oração. Caso contrário, cai no pecado da hipocrisia, que é como uma esquizofrenia da alma. Pode-se sofrer destes traços disfuncionais, se não tiver em conta que o Senhor existe no meu irmão, e que o meu irmão está a passar fome. Se uma pessoa não cuidar do seu irmão, não pode falar com o Pai do seu irmão, com Deus."
Não podemos definir Deus: podemos dizer o que Deus não é, podemos falar dos seus atributos, mas "não podemos dizer o que é". Sentimos que está presente, mas "não conseguimos controlá-lo". A fé não desfaz todas as trevas e dúvidas.
Com pessoas ateias, "partilho as questões humanas, mas não lhes apresento imediatamente o problema de Deus, excepto no caso de mo colocarem". "Não olho a relação com o ateu para fazer proselitismo, respeito-o e mostro-me como sou. Desde que haja conhecimento, surgem o apreço, o afecto e amizade. Não tenho qualquer tipo de reticências, não lhe digo que a sua vida está condenada, porque estou convencido de que não tenho o direito de fazer um juízo de valor sobre a honestidade dessa pessoa."

ANSELMO BORGES

retransmisión en directo O que pensa Francisco: 2. sobre a Igreja

por ANSELMO BORGESHoje20 comentários

Para o Papa Francisco, a Igreja não é uma empresa, uma multinacional ou uma ONG. Ela é "a família de Deus", do Deus que é amor, misericórdia e que perdoa sempre, se houver arrependimento. Deus está a caminho, "quando o procuramos e deixamos que ele nos procure. A experiência religiosa primordial é a do caminho. A vida cristã é uma espécie de atletismo, de conflito, de corrida, em que temos de nos desfazer das coisas que nos afastam de Deus".
No caminho, há perigos e tentações. Francisco acredita na existência do Diabo (como símbolo do mal ou uma entidade pessoal?): "O Demónio é, teologicamente, um ser que optou por não aceitar o plano de Deus. A obra-prima do Senhor é o homem; alguns anjos não o aceitaram e rebelaram-se. O Demónio é um deles. No Livro de Job é o tentador, que nos leva à suficiência, à soberba. Jesus define-o como o pai da mentira. Os seus frutos são sempre a destruição, a divisão, o ódio, a calúnia. E, na minha experiência pessoal, sinto-o de cada vez que sou tentado a fazer algo que não é aquilo que Deus me pede. Acredito que o Demónio existe. Talvez o seu maior sucesso nestes tempos tenha sido fazer-nos acreditar que não existe." De qualquer modo, "uma coisa é o Demónio e outra é demonizar as coisas ou as pessoas. O homem é tentado, mas não é por esse motivo que deveremos demonizá-lo". Mas o ser humano é um ser caído, o que "se explica a partir da queda da natureza depois do pecado original". Portanto, "as pessoas podem fazer algo de mau devido à sua própria natureza, ao seu "instinto", que se potencia devido a uma tentação exógena."
O fundamentalismo não é o que Deus quer, e ele não consiste apenas em matar em nome de Deus, o que é "uma blasfémia". "Por exemplo, quando eu era pequeno, na minha família havia uma certa tradição puritana; não éramos fundamentalistas, mas estávamos nessa linha. Se alguém do nosso círculo próximo se divorciava ou se separava, não entrávamos na sua casa; e também acreditávamos que os protestantes iam todos para o inferno, mas lembro-me de uma vez em que estava com a minha avó, uma grande mulher, e passaram precisamente duas mulheres do Exército de Salvação. Eu, que tinha uns cinco ou seis anos, perguntei-lhe se eram monjas. Ela respondeu-me: "Não, são protestantes, mas são boas." Esta foi a sabedoria da verdadeira religião."
Não se admite um clero de burocratas e carreiristas. Por exemplo, é "uma hipocrisia" negar o baptismo a crianças de pais não casados. E há o ecumenismo e o diálogo inter-religioso práticos: o das pessoas "que não partilham a minha fé, mas que partilham o amor pelo irmão". A verdadeira liderança religiosa é conferida pelo serviço. "Para mim, esta ideia é válida para a pessoa religiosa de qualquer confissão. Assim que deixa de servir, o religioso transforma-se num mero gestor, no agente de uma ONG. O líder religioso partilha, sofre, serve os seus irmãos." Foi esta dinâmica que o levou, já Papa, num gesto surpreendente, a Lampedusa, com esta mensagem: "A globalização da indiferença tirou-nos a capacidade de chorar. Peçamos ao Senhor a graça de chorar sobre a nossa indiferença, sobre a crueldade que há no mundo, em nós, também naqueles que no anonimato tomam decisões socioeconómicas que abrem o caminho a dramas como este."
Para a pedofilia, tolerância zero. "O problema não está associado ao celibato. Se um padre for pedófilo, é-o antes de ser padre. Ora, quando isso acontece, nunca se poderá tolerar. Não se pode assumir uma posição de poder e destruir a vida de outra pessoa. Na diocese, nunca me aconteceu, mas, uma vez, um bispo telefonou-me para me perguntar o que se deveria fazer numa situação semelhante, e eu disse-lhe que lhe retirasse a autorização, que não lhe permitisse exercer mais o sacerdócio e que desse início a um julgamento canónico no tribunal."
A humildade é garantia de que o Senhor está presente. "Quando alguém tem todas as respostas para todas as perguntas, é uma prova de que Deus não está com ele." A Igreja tem uma herança a preservar e que não pode negociar, mas é preciso, com tempo, "dar respostas com a herança recebida às novas questões de hoje."
ANSELMO BORGES

O que pensa o papa Francisco: 1. sobre a Pessoa santa de D-us

por ANSELMO BORGES17 agosto 2013214 comentários

Depois de gravíssimos e sucessivos escândalos [vide supra], quando a Igreja ia perdendo a credibilidade, chegou o Papa Francisco e os seus gestos e palavras anunciam um pontificado de mudança, que move consciências e desperta horizontes novos de esperança, de e para a humanidade.
Líder planetário, de influência global, importa conhecer o seu pensamento. O que pensa realmente Francisco, em temas fundamentais? Tentarei, ao longo dos próximos sábados, apoiando-me sobretudo na obra Sobre o Céu e a Terra, na qual dialoga com o rabino A. Skorka, publicada pela Clube do Autor, responder a esta pergunta essencial.
O cardeal Bergoglio, actual Papa Francisco, segue mais uma teologia narrativa do que uma teologia dogmática. Esta situa-se numa linha mais grega e responde com dogmas enquanto aquela se situa num horizonte mais vivencial e responde sobretudo com categorias históricas: o que é que acontece, quando Deus está presente? Lembre-se o passo do Evangelho, quando os discípulos de João Baptista vão perguntar a Jesus se ele é o Messias e Jesus responde: Ide dizer a João o que ouvis e vedes: os coxos andam, os cegos vêem, o Reino de Deus está a concretizar-se.
Assim, Deus encontra-se numa experiência de caminho: "Na experiência pessoal de Deus, não posso prescindir do caminho." Trata-se de uma experiência dinâmica, de procura por diversos caminhos: "o da dor, o da alegria, o da luz, o da escuridão." O homem actual tem dificuldade em encontrá-lO, porque anda disperso. Diria, portanto, ao homem de hoje que "faça a experiência de entrar na sua intimidade para conhecer o rosto de Deus. O Deus vivo é o que ele vai ver com os seus olhos, dentro do seu coração".
Há uma experiência originária: a da dádiva. A criação é-nos dada e nós somos dados a nós mesmos. Temos uma tarefa: dominar a Terra. "Mas há um momento em que o homem se excede nessa tarefa, entusiasma-se em excesso e perde o respeito pela natureza", surgindo então os problemas ecológicos, que "são as novas formas de incultura". É preciso superar o síndroma de Babel, quando se verifica o exagero da tarefa, ignorando a dádiva. O construtivismo puro anda unido à confusão das línguas, isto é, à falta de diálogo, ao esquecimento do outro, à crispação, à desinformação, à agressão.
Percebe-se então que a oração não é a tentativa de "controlar Deus": "tratar-se-ia de um desvio, de um ritualismo excessivo ou de muitas atitudes de controlo." "Quando os actos litúrgicos se transformam em eventos sociais, perdem força": pense-se em certos casamentos e "no vestido - ou no despido". São pessoas que "não praticam qualquer acto religioso; vão apenas exibir-se". "Eu acredito que o mundano é narcisista, é consumista, é hedonista. O espírito da celebração litúrgica tem de assumir outro tom, ligado ao encontro com Deus". Na oração autêntica, há momentos de profundo silêncio reverente, a par do falar e do ouvir humilde.
A oração está unida à prática da justiça: "o acto que se concretiza com a ajuda ao próximo é oração. Caso contrário, cai no pecado da hipocrisia, que é como uma esquizofrenia da alma. Pode-se sofrer destes traços disfuncionais, se não tiver em conta que o Senhor existe no meu irmão, e que o meu irmão está a passar fome. Se uma pessoa não cuidar do seu irmão, não pode falar com o Pai do seu irmão, com Deus."
Não podemos definir Deus: podemos dizer o que Deus não é, podemos falar dos seus atributos, mas "não podemos dizer o que é". Sentimos que está presente, mas "não conseguimos controlá-lo". A fé não desfaz todas as trevas e dúvidas.
Com pessoas ateias, "partilho as questões humanas, mas não lhes apresento imediatamente o problema de Deus, excepto no caso de mo colocarem". "Não olho a relação com o ateu para fazer proselitismo, respeito-o e mostro-me como sou. Desde que haja conhecimento, surgem o apreço, o afecto e amizade. Não tenho qualquer tipo de reticências, não lhe digo que a sua vida está condenada, porque estou convencido de que não tenho o direito de fazer um juízo de valor sobre a honestidade dessa pessoa."

ANSELMO BORGES

O que pensa Francisco: 2. sobre a Igreja

por ANSELMO BORGESHoje20 comentários

Para o Papa Francisco, a Igreja não é uma empresa, uma multinacional ou uma ONG. Ela é "a família de Deus", do Deus que é amor, misericórdia e que perdoa sempre, se houver arrependimento. Deus está a caminho, "quando o procuramos e deixamos que ele nos procure. A experiência religiosa primordial é a do caminho. A vida cristã é uma espécie de atletismo, de conflito, de corrida, em que temos de nos desfazer das coisas que nos afastam de Deus".
No caminho, há perigos e tentações. Francisco acredita na existência do Diabo (como símbolo do mal ou uma entidade pessoal?): "O Demónio é, teologicamente, um ser que optou por não aceitar o plano de Deus. A obra-prima do Senhor é o homem; alguns anjos não o aceitaram e rebelaram-se. O Demónio é um deles. No Livro de Job é o tentador, que nos leva à suficiência, à soberba. Jesus define-o como o pai da mentira. Os seus frutos são sempre a destruição, a divisão, o ódio, a calúnia. E, na minha experiência pessoal, sinto-o de cada vez que sou tentado a fazer algo que não é aquilo que Deus me pede. Acredito que o Demónio existe. Talvez o seu maior sucesso nestes tempos tenha sido fazer-nos acreditar que não existe." De qualquer modo, "uma coisa é o Demónio e outra é demonizar as coisas ou as pessoas. O homem é tentado, mas não é por esse motivo que deveremos demonizá-lo". Mas o ser humano é um ser caído, o que "se explica a partir da queda da natureza depois do pecado original". Portanto, "as pessoas podem fazer algo de mau devido à sua própria natureza, ao seu "instinto", que se potencia devido a uma tentação exógena."
O fundamentalismo não é o que Deus quer, e ele não consiste apenas em matar em nome de Deus, o que é "uma blasfémia". "Por exemplo, quando eu era pequeno, na minha família havia uma certa tradição puritana; não éramos fundamentalistas, mas estávamos nessa linha. Se alguém do nosso círculo próximo se divorciava ou se separava, não entrávamos na sua casa; e também acreditávamos que os protestantes iam todos para o inferno, mas lembro-me de uma vez em que estava com a minha avó, uma grande mulher, e passaram precisamente duas mulheres do Exército de Salvação. Eu, que tinha uns cinco ou seis anos, perguntei-lhe se eram monjas. Ela respondeu-me: "Não, são protestantes, mas são boas." Esta foi a sabedoria da verdadeira religião."
Não se admite um clero de burocratas e carreiristas. Por exemplo, é "uma hipocrisia" negar o baptismo a crianças de pais não casados. E há o ecumenismo e o diálogo inter-religioso práticos: o das pessoas "que não partilham a minha fé, mas que partilham o amor pelo irmão". A verdadeira liderança religiosa é conferida pelo serviço. "Para mim, esta ideia é válida para a pessoa religiosa de qualquer confissão. Assim que deixa de servir, o religioso transforma-se num mero gestor, no agente de uma ONG. O líder religioso partilha, sofre, serve os seus irmãos." Foi esta dinâmica que o levou, já Papa, num gesto surpreendente, a Lampedusa, com esta mensagem: "A globalização da indiferença tirou-nos a capacidade de chorar. Peçamos ao Senhor a graça de chorar sobre a nossa indiferença, sobre a crueldade que há no mundo, em nós, também naqueles que no anonimato tomam decisões socioeconómicas que abrem o caminho a dramas como este."
Para a pedofilia, tolerância zero. "O problema não está associado ao celibato. Se um padre for pedófilo, é-o antes de ser padre. Ora, quando isso acontece, nunca se poderá tolerar. Não se pode assumir uma posição de poder e destruir a vida de outra pessoa. Na diocese, nunca me aconteceu, mas, uma vez, um bispo telefonou-me para me perguntar o que se deveria fazer numa situação semelhante, e eu disse-lhe que lhe retirasse a autorização, que não lhe permitisse exercer mais o sacerdócio e que desse início a um julgamento canónico no tribunal."
A humildade é garantia de que o Senhor está presente. "Quando alguém tem todas as respostas para todas as perguntas, é uma prova de que Deus não está com ele." A Igreja tem uma herança a preservar e que não pode negociar, mas é preciso, com tempo, "dar respostas com a herança recebida às novas questões de hoje."

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