quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O nome escondido de D-us é revelado. Um artigo do Rabino reformista Mark Sameth



Em Obras





Magalhães Luís partilhou uma ligação através de Our Jewish Community.
It's an August miracle! Both rabbis are back for live streaming Shabbat. 6 PM (USA) Eastern time and archived. Rabbis will be talking about.... rabbis! Shabbat Shalom!


Magalhães Luís
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O nome escondido de Deus é revelado. Artigo de Mark Sameth
https://m.facebook.com/groups/450151205077784?view=permalink&id=507210306038540&ref=m_notif&notif_t=like&__user=100003026611767
Mark Sameth, formado pelo Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion, rabino da Sinagoga Comunitária de Pleasantville, em Nova Iorque, publicou um polémico artigo na revista Reform Judaism, na sua edição do primeiro quadrimestre de 2009 AD.

http://pleasantville.patch.com/blogs/rabbi-mark-sameths-blog


Magalhães Luís recomenda:

No texto, Sameth defende que o verdadeiro nome de D-us, tão buscado por gerações e gerações de judeus, é, na verdade, um nome andrógino, que mescla em equidade "todas as energias masculinas e femininas". A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Quando D-us começa a criar o primeiro ser humano – Adão – ele diz: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança". O texto continua: "D-us criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de D-us, criou o homem e a mulher" (Génesis 1, 26-27).

O texto parece estar a dizer (e os rabinos do Talmud e do Midrash entendem desta forma) que Adão foi criado por D-us como homem e mulher. Os rabinos falam abertamente disto, e até compuseram com esmero relatos especulativos sobre a separação desta criatura hermafrodita nas personagens homem e mulher que conhecemos como Adão (Adam) e Eva (Javá). O que os rabinos não estavam dispostos a discutir abertamente era até onde esta criatura terrena foi criada "b’tzelem Elohim", na imagem de género duplo de D-us.

Mas se lermos o texto como um místico o leria, prestando uma atenção extremamente grande e assumindo que o texto bíblico mais esconde do que revela, podemos encontrar pistas que se referem à natureza andrógina de D-us. Consideremos, por exemplo, que a Torah:

identifica Moisés como um pai que amamenta (Números 11, 12) [1]
diz-nos que Adão deu o nome de Eva à sua esposa "ki hu hay’tah eim", "porque ele era a mãe de todos os seres vivos" (Génesis 3, 20) [2]
narra que Abraão instruiu o seu servo para estar atento a uma mulher que irá dar água aos camelos porque "hu ha’ishah", "ele será a mulher" para o meu filho (Génesis 24, 44) [3]
e a lista continua.
Por que a Torah repetidamente confunde os géneros dos seus personagens principais? A que a Torah está a aludir?




Magalhães Luís

Eu acredito que estes não são erros/enganos de escrita, mas a verdadeira chave para abrir um dos mistérios mais permanentes da Torah.

Mas antes uma nota sobre as muitas ocorrências estranhas na Torah sobre os nomes. O nome do nosso patriarca Jacob é duas vezes modificado para Israel. Faraó não é um nome. E Moisés não é um nome. Moisés, em egípcio, significa "nascido de" – assim como no nome Tutmosis (nascido de Tut).

Consideremos: se o nome do nosso grande líder Moisés não é realmente um nome, ele significa alguma outra coisa? De um modo interessante, se soletrarmos o nome Moisés em hebraico de trás para frente, Moshe torna-se HaShem, que literalmente significa "O Nome", uma das formas dos judeus se referirem a D-us.

Então, consideremos: se o nome de Moisés soletrado de trás para frente torna-se HaShem, refletindo a natureza divina do ser humano, o nome de D-us, soletrado de trás para a frente, não deveria refletir, da mesma forma, algo essencial sobre o género humano? De facto, sim.

Observem o Yod-He-Vau-He [YHWH], o inefável nome de D-us. Conhecido como o Tetragrammaton, permitiu-se que o Nome fosse usado nas saudações diárias pelo menos até o ano 586 a.C., quando o Primeiro Templo foi destruído (Mishnah Berakhot 9, 5). Nesse tempo, a sua pronúncia era permitida apenas aos sacerdotes (Mishnah Sotah 7, 6), que o pronunciavam na sua benção pública ao povo. Depois da morte do Sumo Sacerdote Shimon HaTzaddik, por volta do ano 300 a.C., (Talmud Babilónico, Tractate Yoma 39b), o nome foi pronunciado apenas pelo Sumo Sacerdote no Santo dos Santos no Yom Kippur (Mishnah Sotah 7:6; Mishnah Tamid 7, 2). Os sábios passavam a pronúncia do Nome aos seus discípulos apenas uma vez (alguns dizem duas vezes) a cada sete anos (Talmud Babilónico, Tractate Kiddushin 71a). Finalmente, com a destruição do Segundo Templo em 70 a.C., o Nome nunca mais foi pronunciado.

Mais tarde, alguns especularam que o Nome era pronunciado como "Jeová" ou possivelmente "Yahweh", mas os estudiosos não concordaram. Ninguém sabia com certeza como se pronunciava o inefável Nome de D-us.

Mas e se o Yod-He-Vau-He foi por muito tempo impronunciável pela simples razão de que está escrito ao contrário?

De trás para a frente, o Nome de D-us torna-se He-Vau-He-Yod. E estas duas sílabas, He-Vau e He-Yod, podem ser vocalizadas como os sons equivalentes dos pronomes hebraicos "hu" e "hi", que são traduzidos como "ele" e "ela" respectivamente. Combinando-os, He-Vau e He-Yod se torna "Ele-Ela".

Ele-Ela, eu acredito, é o impronunciável Nome de D-us! Este segredo esteve escondido a olhos vistos durante todos estes anos, porque se afirma explicitamente na Torah: D-us criou a terra e as criaturas à própria imagem de D-us, masculino e feminino.

 

Magalhães Luís
É desnecessário dizer que a noção de um Deus andrógino que cria essencialmente seres humanos andróginos tem profundas implicações. Há muito tempo, o Zohar [e 1 Cor 6: 13, nota na Bíblia de Jerusalém], o livro de misticismo judeu por excelência, declarou: "É de incumbência de um homem ser sempre masculino e feminino" – uma afirmação estranha, especialmente no século XIII. Mas a nossa sociedade recentemente começou a mostrar sinais de ser capaz de entender e de querer aceitar essa mensagem.

O Dr. James Garbarino, um dos especialistas mais influentes da nossa geração em desenvolvimento de crianças, observa que as chamadas "meninas tradicionais que tem apenas características`femininas` estão em desvantagem no que se refere ao coping [4]" e os chamados meninos tradicionais também estão em desvantagem. "Combinar os traços tradicionalmente femininos com os traços masculinos", escreveu Garbarino em "See Jane Hit", "contribui para uma maior resiliência".

O rabino Jeffrey Salkin, autor de "Searching for My Brothers", indica que as culturas judaicas e ocidentais mantiveram por muito tempo perspectivas diferentes sobre a questão da androginia. Enquanto a cultura ocidental diz "seja um homem", ele explica, a mensagem da cultura judaica sempre foi "seja um homem bom". Ser um homem bom – o que ele define como "masculinidade madura" – é "uma combinação tanto de traços masculinos quanto de femininos".

Em seu famoso livro "Deborah, Golda, and Me", a feminista judaica Letty Cottin Pogrebin desafia os judeus a "ampliar a capacidade do homem para as expressões emocionais e para o cuidado com a família, e a expandir as opções das crianças independentemente de seu gênero. É possível", ela pergunta retoricamente, "que maiores oportunidades para as crianças, homens mais amorosos e mulheres mais competentes e confiantes não sejam bons para os judeus?".

Ao discutir o patriarcado em "The Torah: A Women’s Commentary", Rachel Adler comenta que o mundo "implora por reparos" – não apenas por causa das mulheres, mas por causa dos homens também. O trabalho do judaísmo reformado – de fato, o trabalho de todas as comunidades religiosas progressistas e igualitárias do mundo – requer um compromisso sempre mais profundo com esse reparo. Isso significa esforçar-se pela integridade em nós mesmos; com os nossos familiares; na relação entre si mesmo e a comunidade; e na relação entre as comunidades individuais e o mundo como um todo. Significa fazer tudo o que fizermos, nas palavras dos nossos místicos antigos, "l’shem yichud", basicamente pela causa da unificação de Deus.



Magalhães Luís

Agora, baseados nesta nova compreensão de D-us como Ele-Ela, é o momento de livrar-nos da concepção estereotipada de D-us como um velho homem com uma longa barba branca nas nuvens. Pensar em D-us como Ele-Ela nos concede a liberdade de ver a Divindade como a totalidade de toda a energia masculina e feminina.

É o momento de considerarmos a mudança das nossas orações mais sagradas, particularmente aquelas que se referem a D-us como Senhor. Os antigos rabinos empregaram a palavra "Senhor" (Adonai, em hebraico) como um substituto respeitável para o impronunciável Tetragrammaton e recentemente alguns judeus reformistas – incluindo os editores de "The Torah: A Women’s Commentary" – preferiram não usá-lo. Com esta nova cognição do Tetragrammaton, podemos revisitar confiantemente nossa declaração de fé: "Shema Yisrael, Adonai Elohenu, Adonai Echad – Escuta, Israel, o Senhor é nosso Deus, o Senhor é Um" (Deuteronómio 6, 4) e afirmar, pelo contrário: "Shema Yisrael, Adonai Elohenu, Adonai Echad – Escuta, Israel, Ele-Ela é nosso D-us, Ele-Ela é Um".

É o momento de afirmarmos que a tradição de igualdade de género da reforma do judaísmo – que deu poder às mulheres para se tornarem rabinas, cantoras e líderes leigas da congregação – não é uma invenção moderna e, de certa forma, menos autêntica, mas sim emblemática da mais antiga concepção de D-us do judaísmo.

E é o momento de repensarmos como escolhemos passar adiante a nossa herança às próximas gerações. Se você já tentou ensinar D-us a uma classe de estudantes judeus precoces, você provavelmente já ouviu aquele sussurro do fundo da sala: "Sim, claro". Bem, recentemente eu aproveitei a oportunidade e ensinei a minha turma pós-bar/bat mitzvah a minha ideia do nome secreto de D-us e seu significado. Então, discutimos sobre o que isto implicaria em nossas relações entre nós mesmos e com Deus. Quando terminamos, uma das jovens voltou-se para os outros que estavam sentados ao redor da mesa e disse as palavras pelas quais os rabinos dão a sua vida: "O judaísmo", ela exclamou, "é tão espectacular!".

curvecreation:

This needed to be on my blog

Magalhães Luís
Notas:

1. O versículo, na edição Ave Maria, diz: "Porventura fui eu que concebi este povo? Ou acaso fui eu que o dei à luz, para me dizerdes: leva-o em teu seio como a ama costuma levar o bebé, para a terra que, com juramento, prometi aos seus Pais?".

2. "Adão pôs à sua mulher o nome de Eva, porque ela era a mãe de todos os viventes", na edição Ave Maria. Ou "O homem chamou sua mulher Eva, por ser a mãe de todos os viventes", na Bíblia de Jerusalém.

3. "A jovem que vier buscar água e a quem eu disser: Dá-me de beber, por favor, um pouco de água do teu cântaro, e que responder Bebe, não somente tu, mas tirarei água também para os camelos, esta deverá ser a mulher que o Senhor destinou para o filho do meu senhor’."

4. Coping é o termo da psicologia utilizado para designar o conjunto de estratégias cognitivas e comportamentais desenvolvidas pelo sujeito para lidar com as exigências internas e externas que são avaliadas como excessivas (circunstâncias adversas ou estressantes), ou as reações emocionais dessas exigências.
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Magalhães Luís
São as quatro letras YHWH, Yod-He-Vau-He, que aparecem 6.823 na bíblia hebraica.

Sameth desenvolveu uma "teoria" em que afirma que as quatro letras, na verdade, deveriam ser lidas ao contrário. Quando são lidas desta forma, afirma, o novo nome forma o som das palavras hebraicas para "ele" e "ela".

O texto é de Gary Stern, publicado no seu sítio Blogging Religiously, 05-03-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Como eu escrevi naquele tempo: "Deus se torna assim uma deidade de dois gêneros, reunindo toda a energia masculina e feminina no universo, o yin e o yang que dividiram os sexos desde Adão e Eva a Homer e Marge"

Pessoas de muitas, muitas tradições religiosas encontraram sentido nas ideias de Sameth.

Menciono isto agora porque Sameth escreveu um artigo para a edição da revista Reform Judaism explicando a sua teoria. Ele escreve:



Magalhães Luís
"Ele-Ela, eu acredito, é o impronunciável Nome de D-us! Este segredo esteve escondido a olhos vistos durante todos estes anos, porque se afirma explicitamente na Torah: D-us criou a terra e as criaturas à própria imagem de D-us, masculino e feminino.

É desnecessário dizer que a noção de um D-us andrógino que cria essencialmente seres humanos andróginos tem profundas implicações. Há muito tempo, o Zohar, o livro de misticismo judeu por excelência, declarou: "É da incumbência de um homem ser sempre masculino e feminino" – uma afirmação estranha, especialmente no século XIII. Mas a nossa sociedade recentemente começou a mostrar sinais de ser capaz de entender e de querer aceitar esta mensagem."


Magalhães Luís
Ele escreve depois:


Magalhães Luís
"É o momento de considerarmos a mudança das nossas orações mais sagradas, particularmente aquelas que se referem a D-us como Senhor. Os antigos rabinos empregaram a palavra "Senhor" (Adonai, em hebraico) como um substituto respeitável para o impronunciável Tetragrammaton e recentemente alguns judeus reformistas – incluindo os editores de "The Torah: A Women’s Commentary" – preferiram não usá-lo. Com esta nova cognição do Tetragrammaton, podemos revisitar confiantemente a nossa declaração de fé: "Shema Yisrael, Adonai Elohenu, Adonai Echad – Escuta, Israel, o Senhor é nosso D-us, o Senhor é Um" (Deuteronômio 6, 4) e afirmar, pelo contrário: "Shema Yisrael, Adonai Elohenu, Adonai Echad – Escuta, Israel, Ele-Ela é nosso D-us, Ele-Ela é Um".

É o momento de afirmarmos que a tradição de igualdade de género da reforma do judaísmo – que deu poder às mulheres para se tornarem rabinas, cantoras e líderes leigas da congregação – não é uma invenção moderna e, de certa forma, menos autêntica, mas sim emblemática da mais antiga concepção de D-us do judaísmo."
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Magalhães Luís
About God’s name
Posted by: Gary Stern - Posted in "Who is He? He is She: The Secret Four-Letter Name of G, CCAR Journal, Rabbi Mark Sameth, Tetragrammaton, The dual-gendered name of God on Jul 22, 2008 AD →

I’ve gotten quite a lot of reaction to an article in yesterday’s Journal News/LoHud about a Westchester rabbi who believes he has some insight into the meaning of God’s name.

More than a decade ago, Rabbi Mark Sameth hit on this theory: that the Tetragrammaton—the Hebrew, four-letter name of God in the Hebrew Bible—has something of a secret meaning. If you take the four Hebrew letters (Yud-Hay-Vov-Hay) and reverse them, the new word makes the sounds of the Hebrew words for “he” and “she.”

Based on his study of Jewish mysticism, Sameth concluded that this hidden name of God shows that God has a dual-gendered nature. In other words, God is not masculine.

The spiritual leader of Pleasantville Community Synagogue, spent the last decade researching commentaries on the Torah and Talmud—particularly those with a mystical bent—to build a case for his theory.

The result will be an article in the upcoming issue of the CCAR Journal (the journal of Reform rabbis) called: “Who is He? He is She: The Secret Four-Letter Name of God.”

By the way, the four-letter, Hebrew name of God is held by Jewish tradition to be unpronounceable (although others have pronounced it as Yahweh or Jehovah). Sameth does not intend to speak the reversed name or have others speak it.

The reaction I’ve gotten has been tremendously positive (not always the case, believe me). People from all sorts of religious backgrounds seem to be finding some appeal—meaning, solace, the oddness of it all—in Sameth’s ideas. It’s hard to tell from emails, but many of these folks seem to be on spiritual quests of various types.

And what of those who disagree with Sameth’s conclusions?

Someone asked me why I didn’t include any comments from a religious authority who thinks it’s all nuts. The answer is simple: Because few people have actually seen Sameth’s article, which will be published over the next few weeks. I wasn’t going to ask someone to respond my brief summary of the article (yes, something that journalists do all the time with courts decisions, etc.).

But if anyone reads it and wants to offer a critique, I would ask the editorial board to print it. And I would certainly put it on my blog.


Sobre o nome de D-us
Postado por: Gary Stern - Publicado em "Quem é Ele Ele é Ela: The Four-Letter Segredo Nome de G, CCAR Journal, Rabino Mark Sameth, Tetragrammaton, o nome dual-gênero de Deus em 22 de julho de 2008 →

Eu recebi um monte de reações a um artigo publicado no Jornal de Notícias de ontem / LoHud sobre um rabino Westchester que acredita que ele tem algum conhecimento sobre o significado do nome de Deus.

Há mais de uma década atrás, o rabino Mark Sameth bateu-se nesta teoria: a de que o Tetragrammaton, o hebraico, o nome de quatro letras de Deus, na Bíblia Hebraica, tem algo misterioso ou de um significado secreto. Se você pegar as quatro letras hebraicas (Yud-Hay-Vov-Hay) e revertê-las, a nova palavra faz com que os sons das palavras em hebraico plasmem uns enigmáticos "ele" e "ela".

Baseado nos seus estudos do misticismo judaico, Sameth concluiu que este nome oculto de Deus mostra que Deus tem uma natureza dual-género. Em outras palavras, D-us não é só masculino.

O líder espiritual da Comunidade da Sinagoga Pleasantville USA, passou a última década pesquisando comentários sobre a Torá e do Talmud, particularmente aqueles inputs com uma mística "bent" - para construir um "caso" para a sua teoria.

O resultado foi um artigo numa edição do Jornal CCAR (o jornal da Reforma Judaica e dos rabinos reformistas) chamado: "Quem é Ele? Ele é Ela: As Quatro Letras Secretas no Nome de D-us ".

By the way, the four-letter, Hebrew name of God is held by Jewish tradition to be unpronounceable (although others have pronounced it as Yahweh or Jehovah). Sameth does not intend to speak the reversed name or have others speak it.»» Já que falamos esta temática, as quatro letras do Tetragrama Sagrado, eu quero dizer que o nome hebraico de D-us é entendido pela tradição judaica como impronunciável (embora outros o tenham pronunciado como Yahweh, Javé ou Jeová). Sameth não pretende falar o nome invertido ou que outros o falem.

A reação que eu comecei foi tremendamente positiva (nem sempre é o caso, acreditem em mim). Pessoas de todos os tipos de religiões parecem estar encontrando algum recurso, ou seja, consolo, por mais que seja a estranheza ou o sentimento dela, quando nos falam de "consolo/empatia"- nas ideias de Sameth. É difícil dizer a partir de e-mails, mas muitas destas pessoas parecem estar em buscas espirituais de vários tipos.

E o que dizer daqueles que não concordam com as conclusões do Rabino Sameth? Aguardo o pensamento do chaver yehud ortodoxo Eliezer Abensur.




The tradition-bound Western image of a he-man, masculine God may already be thousands of years out of date, says a Westchester rabbi who believes he has unlocked the secret to God's name and androgynous nature.


Rabbi Mark Sameth contends in a soon-to-be-published article that the four-letter Hebrew name for God - held by Jewish tradition to be unpronounceable since the year 70 - should actually be read in reverse. When the four letters are flipped, he says, the new name makes the sounds of the Hebrew words for "he" and "she."



God thus becomes a dual-gendered deity, bringing together all the male and female energy in the universe, the yin and the yang that have divided the sexes from Adam and Eve to Homer and Marge.



"This is the kind of God I believe in, the kind of God that makes sense to me, in a language that speaks very, very deeply to human aspirations and striving," Sameth said. "How could God be male and not female?"



Sameth, 54, the spiritual leader of Pleasantville Community Synagogue, first hit on his theory more than a decade ago when he was a rabbinical student. Since then, he has quietly pieced together clues and supporting evidence from the Hebrew Bible or Old Testament and the vast body of rabbinic literature.



His article "Who is He? He is She: The Secret Four-Letter Name of God" will appear in the summer issue of the CCAR Journal, published by the Central Conference of American Rabbis, an association of Reform rabbis.



Sameth's theory is not as outlandish as it might seem to the uninitiated. For one thing, Jewish mystical traditions have long found levels of meaning in the Hebrew Bible beyond those that come from a literal or metaphorical reading. For another, there is a deep tradition in Jewish prayer and thinking, particularly among the so-called mystics, of seeking to reconcile the male and female elements in the universe.



Sameth's article includes this: "What the mystics called 'the secret of one' is the inner unification of the sometimes competing, sometimes complementing masculine and feminine energies that reside within each of us, regardless whether we are male or female."



The notion that God is what Sameth calls a "hermaphroditic deity" could energize the growing movement in many religious traditions to present God in gender-neutral terms, particularly in Scripture.



Rabbi Lawrence Kushner, a revered scholar among liberal Jews who has written extensively on Jewish mysticism and spirituality, called Sameth's article "delicious, thought-provoking and wise." Kushner is among a small group of scholars and friends with whom Sameth has shared his article in recent weeks.



"I think most people assume the God of the Hebrew Bible is masculine, but Mark, through some sound and clever research, suggests that God may have always been androgynous," Kushner said. "This can affect the way we consider holiness and the divine, and invites us to reconsider our own gender identities, which is kind of a bombshell."…



Sameth has no intention of speaking the "reversed" name of God that he has uncovered, preferring to focus on its meaning.



"I still won't pronounce it, intentionally, as God's name," he said. "I'm not suggesting that anyone pronounce the name."…



Sameth became fascinated with Jewish mysticism while a rabbinical student in Jerusalem during the early 1990s. He studied with Moshe Idel, a pre-eminent scholar on mysticism, and learned how medieval Spanish Kabbalists and others uncovered mystical meanings from the Torah that had been shrouded in patterns of words and letters.



Once back in New York, at Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion, the Reform seminary, Sameth was studying the biblical story of the prophet Nathan reprimanding King David for murder, which becomes a turning point for David. Sameth realized that the Hebrew forms of both names, Nathan and David, are palindromes, words with spellings that can be reversed.



It was, as they say, a revelation.



"It's about reversibility," Sameth said. "King David is changing the direction of his life, and the two key characters, their names are palindromes. What are the chances of that?"



A new zeal for biblical reversibility led Sameth to flip the four Hebrew letters of the unpronounceable Tetragrammaton. In his head, he heard the Hebrew words hu and hi. That's "he/she" in English.



And he felt connected to a long line of Jewish mystics who have mused about the male and female coming together.



"I really believed that I had found something significant," Sameth said. "Then I did 10 years of study to see if I could find support for it."



Much of his article consists of weaving together clues and examples from Jewish Scripture and wisdom that offer historical context for his thesis. For example, Sameth contends that the Zohar - a medieval, mystical Torah commentary - was referring to God's dual-gender "when it suggested that the sin of Adam was that he ruined the marriage between the feminine and masculine halves of God by divorcing himself from the feminine."



He also writes: "We realize now that the secret was almost revealed by the 13th-century Torah commentator Rabbeinu Bachya, who makes note of every four-word cluster in the Torah whose rashei teivot, or initial letters, spell out the Tetragrammaton in reverse."…



Sameth doesn't believe that he has stumbled on a previously unknown understanding of God's name, but that he has been able to connect the dots in a fresh way.…

Of course, the Sages already ruled against Rabbi Sameth.

There is a discussion in the Mishna about whether an androgynous is a male, a female, or, in effect, a third sex.

Rabbi Yose, I believe, takes the third sex route, but the rabbis are unsure. In practice, however, they ruled an androgynous is a male and must dress like a male and marry only a female. (Mishna Bikkurin 4:2 – but I'm citing this from memory so please check it out before taking this as, pardon the term, gospel.)

So, in reality God may be a hermaphrodite, so to speak. But as far as our rabbis are concerned, God will have keep his kapote and fedora on, at least until the time comes that He-She comes out of His-Her closet.

Rabbi unveils a secret of God
Gary Stern
The Journal News


The tradition-bound Western image of a he-man, masculine God may already be thousands of years out of date, says a Westchester rabbi who believes he has unlocked the secret to God's name and androgynous nature.

Rabbi Mark Sameth contends in a soon-to-be-published article that the four-letter Hebrew name for God - held by Jewish tradition to be unpronounceable since the year 70 - should actually be read in reverse. When the four letters are flipped, he says, the new name makes the sounds of the Hebrew words for "he" and "she."

God thus becomes a dual-gendered deity, bringing together all the male and female energy in the universe, the yin and the yang that have divided the sexes from Adam and Eve to Homer and Marge.

"This is the kind of God I believe in, the kind of God that makes sense to me, in a language that speaks very, very deeply to human aspirations and striving," Sameth said. "How could God be male and not female?"

Sameth, 54, the spiritual leader of Pleasantville Community Synagogue, first hit on his theory more than a decade ago when he was a rabbinical student. Since then, he has quietly pieced together clues and supporting evidence from the Hebrew Bible or Old Testament and the vast body of rabbinic literature.

His article "Who is He? He is She: The Secret Four-Letter Name of God" will appear in the summer issue of the CCAR Journal, published by the Central Conference of American Rabbis, an association of Reform rabbis.

Sameth's theory is not as outlandish as it might seem to the uninitiated. For one thing, Jewish mystical traditions have long found levels of meaning in the Hebrew Bible beyond those that come from a literal or metaphorical reading. For another, there is a deep tradition in Jewish prayer and thinking, particularly among the so-called mystics, of seeking to reconcile the male and female elements in the universe.

Sameth's article includes this: "What the mystics called 'the secret of one' is the inner unification of the sometimes competing, sometimes complementing masculine and feminine energies that reside within each of us, regardless whether we are male or female."

The notion that God is what Sameth calls a "hermaphroditic deity" could energize the growing movement in many religious traditions to present God in gender-neutral terms, particularly in Scripture.

Rabbi Lawrence Kushner, a revered scholar among liberal Jews who has written extensively on Jewish mysticism and spirituality, called Sameth's article "delicious, thought-provoking and wise." Kushner is among a small group of scholars and friends with whom Sameth has shared his article in recent weeks.

"I think most people assume the God of the Hebrew Bible is masculine, but Mark, through some sound and clever research, suggests that God may have always been androgynous," Kushner said. "This can affect the way we consider holiness and the divine, and invites us to reconsider our own gender identities, which is kind of a bombshell."…

Sameth has no intention of speaking the "reversed" name of God that he has uncovered, preferring to focus on its meaning.

"I still won't pronounce it, intentionally, as God's name," he said. "I'm not suggesting that anyone pronounce the name."…

Sameth became fascinated with Jewish mysticism while a rabbinical student in Jerusalem during the early 1990s. He studied with Moshe Idel, a pre-eminent scholar on mysticism, and learned how medieval Spanish Kabbalists and others uncovered mystical meanings from the Torah that had been shrouded in patterns of words and letters.

Once back in New York, at Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion, the Reform seminary, Sameth was studying the biblical story of the prophet Nathan reprimanding King David for murder, which becomes a turning point for David. Sameth realized that the Hebrew forms of both names, Nathan and David, are palindromes, words with spellings that can be reversed.

It was, as they say, a revelation.

"It's about reversibility," Sameth said. "King David is changing the direction of his life, and the two key characters, their names are palindromes. What are the chances of that?"

A new zeal for biblical reversibility led Sameth to flip the four Hebrew letters of the unpronounceable Tetragrammaton. In his head, he heard the Hebrew words hu and hi. That's "he/she" in English.

And he felt connected to a long line of Jewish mystics who have mused about the male and female coming together.

"I really believed that I had found something significant," Sameth said. "Then I did 10 years of study to see if I could find support for it."

Much of his article consists of weaving together clues and examples from Jewish Scripture and wisdom that offer historical context for his thesis. For example, Sameth contends that the Zohar - a medieval, mystical Torah commentary - was referring to God's dual-gender "when it suggested that the sin of Adam was that he ruined the marriage between the feminine and masculine halves of God by divorcing himself from the feminine."

He also writes: "We realize now that the secret was almost revealed by the 13th-century Torah commentator Rabbeinu Bachya, who makes note of every four-word cluster in the Torah whose rashei teivot, or initial letters, spell out the Tetragrammaton in reverse."…

Sameth doesn't believe that he has stumbled on a previously unknown understanding of God's name, but that he has been able to connect the dots in a fresh way.…
Of course, the Sages already ruled against Rabbi Sameth.
There is a discussion in the Mishna about whether an androgynous is a male, a female, or, in effect, a third sex.
Rabbi Yose, I believe, takes the third sex route, but the rabbis are unsure. In practice, however, they ruled an androgynous is a male and must dress like a male and marry only a female. (Mishna Bikkurin 4:2 – but I'm citing this from memory so please check it out before taking this as, pardon the term, gospel.)
So, in reality God may be a hermaphrodite, so to speak. But as far as our rabbis are concerned, God will have keep his kapote and fedora on, at least until the time comes that He-She comes out of His-Her closet.


Magalhães Luís
Para compreender o cristianismo é fundamental entender o conceito de Filho de Deus, representado em Jesus, o filho encarnado de Deus. Mas esta idéia aparece unicamente no cristianismo? Um dos maiores especialistas em misticismo judaico e Cabala, o romeno-israelense Moshe Idel, realizou uma minuciosa pesquisa para rastrear o conceito Filho de Deus no misticismo judaico. O resultado é seu livro Ben: filiación y misticismo judío, editado em castelhano, este ano, pela Edições Lilmod.

No livro, Idel diz que a idéia de filiação, na concepção mística judaica, deve ser entendida como o “êxito de alguém que através de sua retidão, de sua intelecção ou de um ritual se aproxima o máximo possível do mundo divino, representado às vezes como um filho”.

De visita a Buenos Aires, Idel conversou com Clarín. Segue a entrevista que Moshe Idel concedeu a Carlos Subosky e que está publicada no Clarín, 19-08-2008. A tradução é do Cepat.

Por que se interessou pelo conceito de filiação na mística judaica?

O conceito de filiação no misticismo judaico se encontra em muitíssimos textos. Reflete uma relação muito forte entre o místico como um filho de Deus e Deus. Além disso, a filiação do modo como a viam os pensadores místicos judaicos foi uma alternativa, em resposta aos místicos cristãos.

No cristianismo, a filiação está referida à encarnação, isto é, à presença de Deus em seu filho humano Jesus. Como aparece a filiação no misticismo judaico?

É certo que a forma específica de filiação na cristandade, relacionada com Jesus, se realiza através da encarnação. Este termo, que significa carne e sofrimento da carne, é essencial nesta religião. No judaísmo há outras formas de filiação que só existem na mente. Nas palavras e nos textos místicos judeus não se fala de uma encarnação como no cristianismo, mas se fala de representações do poder de Deus. Os místicos judeus não requeriam um termo como encarnação e recorreram a termos não carnais para expressar suas idéias, como “morada do divino”.

Como aparece o termo “Filho de Deus” na Cabala judaica?

O Filho de Deus é compreendido por diferentes cabalistas de maneiras distintas. Para alguns deles, tornar-se o Filho de Deus, é tornar-se o filho de um poder cósmico denominado “Filho”. O místico, ao estar em contato com o Filho de Deus, se torna ele próprio um filho. Aí há uma tríplice relação: o Pai, o Filho e o filho do Filho. Isto se encontra também em fontes bíblicas onde alguém é responsável não apenas por seus filhos, mas também pelos seus netos.

Esta concepção de filiação sofreu influência de outras religiões?

Este conceito foi afetado por maneiras de pensar não próprias da tradição judaica. Por exemplo, o conceito de “intelecto cósmico” como Filho de Deus refletia influências da filosofia árabe. Alguns outros conceitos sobre o Filho refletem pontos de vista panteístas. Assim que podemos assumir que os cabalistas estavam abertos a diferentes maneiras de pensar, e as aplicaram também ao conceito de Filho de Deus.

Você disse que a Cabala inclui conceitos femininos...

Para o cabalista, paralelamente à sua vida familiar, estava a família divina que também incluía pai e mãe, filho e filha. Isto significa que a relação regular numa família era projetada para o alto e a mãe era considerada superior ao filho.

Por que algumas tradições judaicas deixaram de lado o misticismo judio?

Até o século XVIII, essas tradições místicas foram o foco da atenção da elite judaica. Quando os judeus da Europa Central assimilaram-se ao iluminismo das elites européias, apresentaram o judaísmo como harmoniosamente consoante com o que acontecia ao redor. Por isso, afastaram elementos que no Leste Europeu e no Norte da África seguiam vigentes. De algum modo, as visões mais modernas do judaísmo são o resultado de uma pequena elite judaica da Europa, ao passo que outras elites judaicas, inclusive no século XIX ou no XX não aceitaram um monoteísmo simplificador. »http://www.ihu.unisinos.br/noticias/noticias-arquivadas/16183-na-cabala-a-familia-divina-inclui-pai-mae-filho-e-filha ["Na Cabala, a família divina inclui Pai, Mãe, Filho e Filha’]






retransmisión en directo Segundo o evangelho de Judas Tomé retransmisión en directo1retransmisión en directo, a perfeição é a união dos aspectos masculinos e femininos, passando o individuo a não ser mais nem homem nem mulher. O evangelho dos Hebreus cita uma passagem onde Jesus diz: "A minha mãe, o Espirito Santo, pegou-me por um dos meus cabelos e elevou-me até ao monte Tabor".

retransmisión en directo1retransmisión en directo - "Quer o manuscrito grego de Oxyrhynchus, quer o tratado copta de Nag Hammadi começam com a frase “Estas são as Sentenças secretas que foram ditas por Jesus vivo”; o primeiro prossegue dizendo “que Judas, que é também Tomé, escreveu”, e o 
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segundo 
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diz “que Dídimo Judas To escreveu”." » » »



Grato Sheliah Mika'EL...




O nome desta condiçâo especial segundo alguns rabinos é alma denukvah! Biologicamente é um acerto, pois o "cromossoma X" é a chave da vida..


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