quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Falo, JESUS OU YESHUA? POR MOSHEH BEN SHALOM ROSH DA CONGREGAÇÃO ISRAELITA YE’SHUA CHAI, O RACIALISMO DO FALO


MARIA É ESPECIAL; O RACIALISMO DO FALO:

TWEET DE OCRIADOR: DEPOIS DE MORDER O FRUTO, JAVÁ ENTRISTECEU-SE AO PERCEBER COMO ERA PEQUENA A FOLHA QUE COBRIA ADAM [DAÍ A A UTILIDADE DA ANDROGINIA PRIMITIVA »» ADAM E LILITH

»» OMG vou infartar aqui »»
 paracleteforum.org/lilith »» que continha uma vulva”].


Animais viram ‘famosos’ em calendário – Bob Marley 


—————————————“Mais do que em qualquer outra época, a humanidade está numa encruzilhada. Um caminho leva ao desespero absoluto. O outro, à total extinção. Vamos rezar para que tenhamos a sabedoria de saber escolher”

– Woody Allen


DESENVOLVIMENTOS:

A doutora Krisztina Morvai é uma activista honorária dos “direitos humanos”. Já trabalhou para a União Europeia nesta área e, já foi, realmente, uma antiga delegada do Comité dos Direitos das Mulheres das Nações Unidas).

MAS É PRECONCEITUOSA

"One thing a woman has a right to is an uncircumcised penis (Uma coisa a que uma mulher tem direito é um pénis não circuncidado). In the course of her successful election campaign (No decurso da sua bem sucedida campanha eleitoral), the good doctor (a “boa” doutora) told (disse aos) Hungarian Jews (Judeus Húngaros) to (para “brincarem” com as suas “carnes”) “go back to playing with their tiny little circumcised tails” [ie., "vão "brincar" com as vossas pequenas "pilas"circuncidadas"]"

I don’t know what Krisztina has against tiny circumcised penises, but it’s probably old biblical jewish fears (TRADUÇÃO PROFUNDA: Não sei o que a Krisztina tem contra as “pilinhas judias” circuncidadas, mas provavelmente trata-se de uma alusão a “temores bíblicos que “afectam” a divindade encarnada: Yisrael»» Isaiah 31:3 Egyptians are mortal, not G-D/GODS, and their horses [penis] are flesh, not Spirit). [MAIS: Informação exclusiva para quem sabe português - PRIVILEGED INFO FOR READERS WHO UNDERSTAND PORTUGUESE/a benefit enjoyed only by a portuguese person beyond the advantages of mostPor causa disto é que a divindade encarnada Yeshua (um judeu) nunca teve ou "conheceu" a mulher judia. Mas "conheceu" (misticamente) uma Teresa d'Ávila. Ele não é "burro"!]




 Animais viram ‘famosos’ em calendário – Ozzy Osbourne 



O QUE TROUXE À RIBALTA ANTIGOS TEMORES SEXUAIS POR PARTE DOS JUDEUS: 
|Ezekiel (Iehezkel) [Ezequiel] 23, 20: “For she lusted upon their pilagshim (illicit lovers [amantes ilícitos]), whose basar is as the basar (penis “flesh” [pénis, "carnes"]) of chamorim (donkeys [jumentos]), and whose issue (semen [fluxo, sémen]) is like the issue of susim (i.e., horses [cavalos])” / “apaixonando-se dos seus amantes, cujas carnes (pénis) eram como as (os) de jumentos, e cujo fluxo era como o de cavalos.”
OPINIÕES:
“Quem gosta de falo grande é “veado” (gay [http://www.gaybarcelona.net/actualidad/]), a mulher gosta mesmo é de carinho, respeito, fantasia e atenção. Elas gostam de ver, pegar e chu…, mas na hora das relações o tamanho tem que ser médio, se não magoa, elas é que me falaram”.
“Quando algumas “mulheres judias” realmente preferem um pénis grande, elas referem-se “fantasiosamente”, é como se você dissesse que (num momento de muita fome), o seguinte: — “Estou com tanta fome, que “comeria um boi”!!!”. Um pénis muito grande pode até proporcionar prazer a algumas mulheres, mas isto é visual, o que também faz parte do momento. Em determinadas posições (por exemplo: A mulher “de quatro”), o pénis mesmo pequeno, penetra mais profundamente, pois a posição ajuda, cabe a quem interessar, procurar a melhor maneira de fazer bom uso “do que tem”".
EXEMPLO ILUSTRATIVO VINDO DO BRASIL:
No Brasil parece tratar-se de uma fantasia que não tem nada a ver com o desempenho satisfatório… No entanto, sabe-se que é mais ou menos colectiva esta ideia, ligada à presença da escravatura no Brasil, quando o elemento negro, tão humilhado no período, fazia-se destacar pelas dimensões penianas, a rigor, mais “alentadas” do que as do elemento branco.


  • Shalom! Uma citação: "Ao amor entre homem e mulher, que não nasce da inteligência e da vontade mas de certa forma impõe-se ao ser humano, a Grécia antiga deu o nome de eros. Diga-se desde já que o Tanak grego usa só duas vezes a palavra eros, enquanto a B'rit Cadashah nunca a usa: das três palavras gregas relacionadas com o amor — eros, philia (amor de amizade) e agape — os escritos neo-testamentários privilegiam a última, que, na linguagem grega, era quase posta de lado. Quanto ao amor de amizade (philia), este é retomado com um significado mais profundo no Evangelho de João para exprimir a relação entre Yeshua e os seus discípulos. A marginalização da palavra eros, juntamente com a nova visão do amor que se exprime através da palavra agape, denota sem dúvida, na novidade do cristianismo, algo de essencial e próprio relativamente à compreensão do amor. Na crítica ao cristianismo que se foi desenvolvendo com radicalismo crescente a partir do iluminismo, esta novidade foi avaliada de forma absolutamente negativa. Segundo Friedrich Nietzsche, o cristianismo teria dado veneno a beber ao eros, que, embora não tivesse morrido, daí teria recebido o impulso para degenerar em vício. Este filósofo alemão exprimia assim uma sensação muito generalizada: com os seus mandamentos e proibições, a Igreja não nos torna porventura amarga a coisa mais bela da vida? Porventura não assinala ela proibições precisamente onde a alegria, preparada para nós pelo Criador, nos oferece uma felicidade que nos faz pressentir algo do Divino?"

    Portanto vem-me à mente "E enamorou-se dos seus amantes, cuja carne é como a de jumentos, e cujo fluxo é como o de cavalos. 
    Ezequiel 23:20".
    Aviso desde já que não sou "negro", logo o HaShem não tem rival de "tipo animal" (prática do eros com os egípcios). E sabemos que o Hashem não aceita o "conhecer" com "animais".

    Ao "fazer" este mandamento, porém, não rejeitou de modo algum o eros enquanto tal, mas, isso sim, declarou guerra à sua subversão devastadora, porque a falsa divinização do eros, como aí se verifica, priva-o da sua dignidade, desumaniza-o. E dou mais exemplos: de facto, no templo, as prostitutas, que devem dar o inebriamento do Divino, não são tratadas como seres humanos e pessoas, mas servem apenas como instrumentos para suscitar a « loucura divina »: na realidade, não são deusas, mas pessoas humanas de quem se abusa. Por isso, o eros inebriante e descontrolado não é subida, « êxtase » até ao Divino, mas queda, degradação do homem. Fica assim claro que o eros necessita de disciplina, de purificação para dar ao homem, não o prazer de um instante, mas uma certa amostra do vértice da existência, daquela beatitude para que tende todo o nosso ser.

    Aguardo uma partilha sua...

    Já em no TANAK existia esta rivalidade a nível sexual entre "semitas" e "negros". Aliás no Brasil esclavagista o falo dos negros era o seu único orgulho. Nada mais tinha a oferecer...
    E hoje esta rivalidade continua...

    Sim. Parece que na mente dos escravos ecoava estas palavras íntimas: "Se consegues preencher cada implacável minuto com sessenta segundos que valham a pena ser vividos, é tua a Terra e tudo o que nela existe, e – mais importante ainda – então, meu filho, serás um Homem livre."
    Mas nos dias de hoje prefiro que se ouça: "Se todos podem contar contigo, mas sem que os substituas".
    Fica esta reflexão.

    Shalom!

    A minha Religião é o Novo.
    Este dia, por exemplo; o pôr do Sol,
    estas invenções habituais: o Mar.
    Ainda:
    os cisnes a Ralhar com a água. A Rapariga mais bonita que
    ontem.
    Deus como habitante único.
    Todos somos estrangeiros a esta Região, cujo único habitante
    verdadeiro é Deus (este bem podia ser o Rótulo do nosso
    Frasco).
    Dele também se podia dizer, como homenagem:
    Hóspede discreto.
    Ou mais pomposamente:
    O Enorme Hóspede discreto.
    Ou dizer ainda, para demorar Deus mais tempo nos lábios ou
    neste caso no papel, na escrita, dizer ainda, no seu epitáfio que
    nunca chega, que nunca será útil, dizer dele:
    em todo o lado é hóspede,
    e em todo o lado é Discreto.
    Gonçalo M. Tavares, in Investigações. Novalis





    • Falemos agora de um momento especial no TANAK. Segundo Friedrich Nietzsche, a religião teria dado veneno a beber ao eros, que, embora não tivesse morrido, daí teria recebido o impulso para degenerar em vício. Este filósofo alemão exprimia assim uma sensação muito generalizada: com os seus mandamentos e proibições, a religião não nos torna porventura amarga a coisa mais bela da vida? Porventura não assinala ela proibições precisamente onde a alegria, preparada para nós pelo HaShem, nos oferece uma felicidade que nos faz pressentir algo do Divino?"



      Portanto vem-me à mente: "E enamorou-se dos seus amantes, cuja carne é como a de jumentos, e cujo fluxo é como o de cavalos. 

      Ezequiel 23:20".

      Aviso desde já que não sou "negro", logo o HaShem não tem rival de "tipo animal" (prática do eros com os egípcios). E sabemos que o Hashem não aceita o "conhecer" com "animais".



      Ao "fazer" este mandamento, porém, não rejeitou de modo algum o eros enquanto tal, mas, isso sim, declarou guerra à sua subversão devastadora, porque a falsa divinização do eros, como aí se verifica, priva-o da sua dignidade, desumaniza-o. Os negros são animais (taboo da zoofilia)?



      Magalhães Luís Eliezer Abensur o TANAK é preconceituoso em relação aos negros?



      Magalhães Luís A sua sexualidade é de índole próxima aos animais?



      Eliezer Abensur O tanach diz que todos os homens são filhos de D-us, TODOS ELES.


      Magalhães Luís 20Encheu-se de desejos por aqueles amantes sensuais, de membros desmesurados e desenfreados como touros.



      EZEQUIEL 23 BPT09D | YouVersion.com
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      Eliezer Abensur Todos os seres humanos são filhos do mesmo homem e da mesma mulher, por isso são todos irmãos, e todos gozam do amor de D-us


      Eliezer Abensur Ezequiel 23:20?


      Magalhães Luís 20Encheu-se de desejos por aqueles amantes sensuais, de membros desmesurados e desenfreados como touros. » Mas aqui são comparados aos animais... E o sexo era proíbido com os animais...


    • Magalhães Luís Eliezer Abensur Ezequiel 23:20 20 E enamorou-se dos seus amantes, cuja carne é como a de jumentos, e cujo fluxo é como o de cavalos.





      Magalhães Luís David ama o HaShem, as mulheres amam os "egípcios"...





      Magalhães Luís Sexo taboo...





      Eliezer Abensur Isso não se refere aos negros mas às idolatrias dos negros, os amantes no caso são as idolatrias




      Eliezer Abensur Os egípcios não eram negros, mas pardos, atualmente a população com mais sangue egípcio antigo são os hindus.


      Magalhães Luís A imagem em si implicitamente condena o sexo com os negros.


      Eliezer Abensur Aholá e Aholibá são símbolos


      Eliezer Abensur O grupo mais religioso de Israel, os Iemenitas, são negros

      Eliezer Abensur Eu aprendi hebraico com um Iemenita, que só usava sapato branco para ter o branco embaixo dos pés, respondi sua pergunta?


      Magalhães Luís Os iemenitas são desprezados.


      Eliezer Abensur Quem te disse isso?


      Magalhães Luís Os ultra ortodoxos mizrahim' são um problema para os askhenazi.


      Magalhães Luís Os preconceitos são diversos e arraigados. Os laicos odeiam os religiosos, árabes e judeus odeiam-se mutuamente, e existe um preconceito velado entre o orientais (mizrahim) e o típico “israelita-branco-europeu-laico-ocidental” (ashkenazi).


      Magalhães Luís Na prática, os mizrahim são considerados inferiores por aqui: muitos têm trabalhos secundários, moram em regiões periféricas, são famosos pelo machismo, pela grosseria, pelas famílias patriarcais centradas na figura do homem etc. 

      Eliezer Abensur O maior hotel de Jerusalém pertence a um judeu turco
      há 34 minutos · Não gosto · 1
      A palavra “Misraim” é traduzida na Revised Standard Version da Escritura como “Egipto”. De acordo com o Bible Dictionary (Dicionário bíblico) de Fausset, publicado pela Zondervan Press, a palavra “Mizraim” significa “filhos do sol”. Fausset também mostra que os egípcios eram de origem “negra”. Os egípcios não se chamavam de “egípcios”; este nome foi dado a eles mais tarde pelos gregos. Citações dos seguintes autores sumarizam as minhas descobertas a respeito da etimologia de “Egito” e a afiliação étnica dos primeiros egípcios: John G. Jackson, uma reconhecida autoridade da história da África, escreveu: Os antigos habitantes desta terra africana chamavam o país de Khem, ou Kam, ou Ham, que significa literalmente “a terra negra”; e eles se auto denominam Khemi ou Kamitas, ou Camitas, significando “o povo negro”. 

      Keil-Delitzsch, um estudioso do Velho Testamento, universalmente respeitado, registou: O velho nome Egípcio é Kemi (Copt, Chemi, Keme), que Plutarco diz ser derivado da cor cinza do solo coberto pelo limo do Nilo, mas que é mais correto traçar a Can, e a reconhecer como uma indicação dos seus primeiros habitantes serem descendentes de Can (camita).

      Herodotus visitou o Egipto cerca de 500 a.Y. e relatou: É certo que os nativos dos países são negros com calor ...eles são de pele negra e têm cabelo lanuginoso. Lerone Bennet, Jr., um historiador negro contemporâneo, anotou: Nas suas pinturas, os antigos egípcios se retrataram em três cores: negra, marrom avermelhado e amarelo.
      Eliezer Abensur A maior rede de supermercados de Israel, a Supersol, pertence a um judeu iraquiano.




    • Eliezer Abensur:  Não existe essa bobagem





      Magalhães Luís: És muito parcial.





      Eliezer Abensur EU MOREI LÁ





      Magalhães Luís O TANAK ATACA OS NEGROS E É RACISTA. A SOCIEDADE ISRAELITA DE HOJE É RACISTA.




      Magalhães Luís ESTOU-TE A DAR TESTEMUNHOS REAIS. E DO TANAK


      Eliezer Abensur O Hazan de Yemin Orde é um Etíope


      Eliezer Abensur Eu morei em Israel e conheço o Tanach


      Mordechai Ben Youssef Halevi Existem muitos judeus negros.


      Magalhães Luís 20For she lusted upon their pilagshim (illicit lovers), whose basar is as the basar of chamorim, and whose issue is like the issue of susim.


      Eliezer Abensur Pois é, a reencarnação é uma crença legitimamente Judaica, temos uma palavra específica para ela, Guilgul



      Profeta Dias Profeta Dias Dias Já imaginou um judeu reencarnar em um palestino ? será que os judeus estão assassinado seus irmãos judeus que reencarnaram em palestinos ? rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrrssrrsrsrsrsrsrsrssr. ficom com a biblia


      Magalhães Luís:

       19Ela multiplicou, todavia, as suas prostituições, lembrando-se dos dias da sua mocidade, em que se prostituira na terra do Egito. 20E enamorou-se dos seus amantes, cujas carnes são como carnes de jumentos, e cujo fluxo é como o fluxo de cavalos. 21Assim trouxeste à memória a apostasia da tua mocidade,


      Magalhães Luís Elezer leia: http://www.scielo.br/pdf/nec/n79/06.pdf


      Mordechai Ben Youssef Halevi O judeu reencarnado em palestino vem pro meio dos judeus assim como muitos palestinos se achegam aos judeus, e vivem judaísmo.

      Mordechai Ben Youssef Halevi O judeu reencarnado em palestino vem pro meio dos judeus assim como muitos palestinos se achegam aos judeus, e vivem judaísmo.


      Eliezer Abensur Se o judeu reencarnar como Palestino, será um castigo para ele


      Profeta Dias Profeta Dias Dias é judeu matando judeu então


      Profeta Dias Profeta Dias Dias rsrsrsrsrsrsrrs


      Magalhães Luís: Mark Hyman, um jornalista e historiador negro, revela documentação científica referente à afiliação étnica dos egípcios: Foi feito um teste de melanina da pele de uma múmia egípcia...a melanina provou que os egípcios eram negros.


      Eliezer Abensur Ele só é um judeu quando está vivo

      Profeta Dias Profeta Dias Dias porque vc não acredita na Torah ?


      Eliezer Abensur Espíritos são espíritos


      Eliezer Abensur Acredito, quem não acredita na Torá é você


      Profeta Dias Profeta Dias Dias REENCARNAÇÃO É UMA MENTIRA DESLAVADA E FALSA DOUTRINA DIABÓLICA JUDAICA

      Eliezer Abensur È Judaica mas não é diabólica


      Magalhães Luís Por causa da educação inadequada e da “falta de experiência com a democracia”, os judeus da Ásia e da África tendem a ser muito conservadores, reacionários até, além de religiosos fanáticos, em contraste com os judeus europeus, que são liberais, seculares e cultos. Anti-socialistas, os sefarditas formam a base do apoio a partidos da direita.
      há 15 minutos · Não gosto · 1

      Profeta Dias Profeta Dias Dias DESTRUINDO A REENCARNAÇÃO

      Magalhães Luís:
       Para Abba Eban, o “objetivo
      deve ser infundir [nos sefarditas] o espírito ocidental, e não permitir
      que eles nos arrastem para um orientalismo não natural”




    •  As imagens implícitas que comparam os sefarditas a africanos

      negros retomam, ironicamente, um dos tópicos favoritos do antisemitismo europeu, o do “judeu negro” (nas conversas entre judeus

      europeus, os sefarditas são às vezes chamados de “schwartze-chaies” ou

      “animais negros”).





      Magalhães Luís: Eliezer Abensur leia: “schwartze-chaies” ou

      “animais negros”





      Magalhães Luís Somos lembrados, repetidamente, de que alguns judeus norte-africanos viviam em cavernas (intelectuais como Albert Memmi e Jacques Derrida aparentemente escaparam desta condição) e um capítulo inteiro é dedicado aos “judeus que moravam em cavernas”.


      Magalhães Luís: Os judeus norte-africanos, segundo somos informados por meio de uma linguagem que surpreende, dada a distância da queda do Terceiro Reich, dificilmente eram “puros em termos raciais” e, entre eles, encontravam-se “bruxarias e outras superstições abolidas na Lei".


      Eliezer Abensur Abra um outro post


      Eliezer Abensur Abra um tópico sobre isto Magalhães Luís


      Magalhães Luís A história judaica é concebida como primordialmente
      européia, e o silêncio dos textos históricos a respeito dos sefarditas
      constitui uma forma polida de ocultar a presença desconcertante de um
      “outro” oriental,subordinado a um “nós” judaico-europeu.

    • Eliezer Abensur O judaísmo não é contrário ao racismo, pessoas de qualquer origem afluem para o judaísmo livremente

    • Magalhães Luís Ben Gurion e Arthur Rupin desempenharam um

      papel ideológico crucial, um conceito subliminarmente associado à

      cor.

       Nas palavras de Rupin: “Neles [judeus iemenitas] reconhece-se o

      toque do sangue árabe,e eles têm uma cor muito escura”

    • Magalhães Luís Eles foram aproveitados como diaristas em trabalhos

      braçais na agricultura, em condições extremamente severas, com as

      quais, contrariando a mitologia sionista,definitivamente não estavam

      acostumados. As famílias iemenitas foram amontoadas em estábulos,

      pastos,celeiros sem janelas (pelos quais tinham de pagar) ou simplesmente obrigadas a viver nos campos. As condições insalubres e a desnutrição causaram a disseminação de doenças e mortes, em particular

      de crianças.Os empregadores da associação sionista e os proprietários

      de terra asquenazes e seus supervisores tratavam os iemenitas com brutalidade, algumas vezes envolvendo o abuso de mulheres e crianças,

      obrigadas a trabalhar mais de dez horas por dia

    • Magalhães Luís A exploração político-econômica

      andava lado a lado com os sentimentos de superioridade européia.

      Qualquer tipo de tratamento dispensado aos sefarditas era considerado legítimo, pois eles eram totalmente destituídos, pressupunha-se,

      de cultura,história e desenvolvimento material.Eram excluídos,ainda,

      dos benefícios socialistas concedidos aos trabalhadores europeus.


    • Magalhães Luís O sionismo trabalhista, por meio do Histadrut, conseguiu impedir que

      os iemenitas se tornassem proprietários de terras ou formassem cooperativas, limitando-os ao papel de assalariados.


    • Magalhães Luís Os sonhos visionários de um Estado hebreu sionista não foram planeados para os sefarditas. Porém, a verdadeira realização do projeto sionista na Palestina, com a sua agressividade contra todos os povos locais ao mesmo tempo, trouxe consigo a possibilidade da exploração dos judeus sefarditas como parte de uma base política e económica.


    • Magalhães Luís 19Ela multiplicou, todavia, as suas prostituições, lembrando-se dos dias da sua mocidade, em que se prostituira na terra do Egito. 20E enamorou-se dos seus amantes, cujas carnes são como carnes de jumentos, e cujo fluxo é como o fluxo de cavalos.

    • Eliezer Abensur O judaísmo é contrário ao racismo, pessoas de qualquer origem afluem para o judaísmo livremente

    • Magalhães Luís Na prática, os mizrahim são considerados inferiores por aqui: muitos têm trabalhos secundários, moram em regiões periféricas, são famosos pelo machismo, pela grosseria, pelas famílias patriarcais centradas na figura do homem etc. Muito disso faz parte de um mito que se criou ao redor dessas populações, que chegaram de países árabes e do norte da África...Ver mais

    • Magalhães Luís No programa do canal 2 de Israel fizeram um teste. Um sujeito com um sobrenome tipicamente ashkenazi e outro mizrahi mandaram currículos para uma mesma posição que uma empresa anunciou na internet. O mizrahi nunca foi convidado para uma entrevista – o outro, sim.



      Depois, os mesmos sujeitos foram a um shopping center. Entraram, separados, numa loja que anunciava um emprego. O “negro” foi recebido com antipatia por uma atendente que pediu para ele deixar o número do telefone. O outro conseguiu uma entrevista no lugar, na mesma hora.



      O programa ainda mostrou números. A maioria, 60%, dos presos em Israel é mizrahi. A maioria, também 60%, dos desempregados, idem. Na panelinha do sistema judiciário israelense não há mizrahim na corte suprema, pouquíssimos em outras instâncias. Propagandas têm muito menos modelos “negros” do que “brancos”. E assim vai…



      Mas o maior problema não está nos números, e sim na relação entre as pessoas. Apesar de ser uma panela de misturas que resulta em um colorido bacana, Israel é um país onde nem sempre ser diferente é bom negócio.

      .

    • Magalhães Luís O famoso Shlihut (emissário sionista promotor da

      aliya) de Yave’eli no Iêmen, por exemplo, sempre foi idealizado pelos

      textos sionistas.A lacuna entre o “privado” e o discurso de caráter mais

      público é especialmente surpreendente no caso do próprio Yave’eli,

      cujas cartas para as instituições sionistas enfatizam a procura por

      mão-de-obra barata, ao passo que as suas memórias descrevem as

      suas atividades com uma linguagem quase religiosa, como levar “aos

      nossos irmãos Bnei-Israel [filhos de Israel] distantes, nas terras do

      Iêmen, as novidades da Eretz Israel, as boas-novas da Renascença, da

      Terra e do Trabalho”

    • Magalhães Luís O TANAK ATACA OS NEGROS E É RACISTA. A SOCIEDADE ISRAELITA DE HOJE É RACISTA.

    • Magalhães Luís Não tenho nenhuma intenção de igualar o sofrimento palestino ao sefardita (obviamente os palestinianos são os mais flagrantemente injustiçados pelo sionismo).
      http://www.scielo.br/pdf/nec/n79/06.pdf







      • Hitler fez com que a profecia do Profeta Ezequiel se cumprisse :



        Ezequiel 21:31 -"E derramarei sobre ti a minha indignação, assoprarei contra ti o fogo do meu furor, entregar-te-ei nas mãos dos homens brutais, inventores de destruição."



        Hitler vingou o assassinato dos judeus nazarenos netzarim mortos no 1º século, pelos judeus fariseus. Somos gratos a Hitler por isso. VIVI HITLER.



        O Eterno enviou o diluvio de açoites contra o povo judeu e para isso usou a Hitler

        Isaías 28:18


        "E a vossa aliança com a morte se anulará; e o vosso acordo com o inferno não subsistirá; e, quando o dilúvio do açoite passar, então sereis por ele pisados."

        O Eterno rejeitou a Israel e o Templo de Salomão.

        II Reis 23:27
        "

        "E disse o SENHOR: Também a Judá hei de tirar de diante da minha face, como tirei a Israel, e rejeitarei esta cidade de Jerusalém que escolhi, como também a casa de que disse: Estará ali o meu nome."






          • Um artigo intitulado “Israel expulsa imigrantes negros num crescendo de linguagem racista” apresenta a norteamericana Erika Davs como sendo filha de dois protestantes, mãe baptista e pai metodista, educada durante 12 anos numa escola católica, tendo-se convertido ao judaísmo há um ano, numa sinagoga da congregação da Reforma (mais progressista do que a Ortodoxa). Antes, ironizou, foi uma “hippie pagã, uma aspirante a budista e uma ateia desleixada”. 





          • Começou a distanciar-se do cristianismo quando tinha 21 anos (hoje tem 32), porque os seus pastores, ao contrário do seu rabi, lhe respondiam que “ia para o inferno se duvidasse que Deus criou o mundo em sete dias” ou questionasse outros dogmas. “A religião judaica não é racista”, frisa Erika ao PÚBLICO. “As pessoas é que estragam tudo. Sempre houve judeus negros, com diferentes tradições, línguas e culturas - e isso é uma das belezas do judaísmo. Não é maravilhoso que os judeus etíopes tivessem preservado a sua fé até hoje? A realidade é que, em Israel e na América - sobretudo aqui devido à nossa história de segregação racial e escravatura -, prevalece a imagem do judeu branco e askhenazi [de origem europeia]. 





          • Pele branca é igual a privilégio branco.” Apesar da observação de Erika, o movimento de judeus etíopes para Israel quase cessou, depois de se multiplicarem os relatos do racismo de que eram alvo na “terra prometida”. “Se eu perguntar aos meus amigos negros judeus, de nascimento ou convertidos, se os judeus são racistas, todos responderão que sim”, lamentou Erika. “Citarão o modo como os árabes são tratados em Israel e a situação dos imigrantes sudaneses ilegais. Lembrar-se-ão de palavras odiosas que ouviram numa sinagoga ou na única yeshiva [escola talmúdica] para negros. A mim já me aconteceu estar num colégio para crianças judias, de 10-11 anos, e ser confundida com uma ama, porque os miúdos não são ensinados a reconhecer a diversidade no judaísmo.” Disse Erika Davis ao PÚBLICO. » http://www.opais.net/pt/opais/?det=27781&id=1641&utm_medium=referral&utm_source=rss&utm_content=L__Fora



        • Ser olhada “com suspeição, apenas por causa da cor da pele” não abala a fé de Erika Davis. “Há muita hipocrisia também no cristianismo e essa foi uma das razões por que me aproximei do judaísmo, de onde emanaram as religiões monoteístas. Gosto da minha nova espiritualidade. Não foi um retrocesso deixar de aceitar Jesus como um Messias. Afinal, ele era um judeu, e morreu como judeu. Não acredito em utopias; em salvadores do mundo. Os judeus não são um povo perfeito - isso não existe!”A associação Jewish Federations of North America (que representa 157 federações e 400 redes comunitárias nos EUA, angariando anualmente 3000 milhões de dólares para serviços sociais e educativos) nomeou, este ano, Erika Davis como Jewish Community Hero. Valorizou, assim, os seus esforços para “tratar os estranhos como seres humanos, porque também os judeus no Egipto foram estranhos em terra estrangeira.” Lê-se no jornal português. segundo o PÚBLICO, a blogger planeia elaborar um currículo para escolas judaicas nos EUA. Quer que os alunos que partilham a sua religião aprendam que há hebreus brancos e negros.” No entanto, concede, se já “será complicado” apresentar esta proposta na América, “é praticamente impossível” levá-la para Israel. Neste país, a hostilidade para com os imigrantes africanos tem motivações “mais políticas do que religiosas”, e estas têm sido encorajadas por antigos imigrantes, judeus da extinta União Soviética. Num artigo no diário hebraico Ha’aretz, citado pelo PÚBLICO, o judeu americanoisraelita Roi Ben-Yehuda, investigador em Resolução de Conflitos na Universidade de Columbia (EUA), lembra, a propósito das declarações xenófobas sobre os imigrantes africanos, que “todos os genocídios foram precedidos do uso instrumental da linguagem para desumanizar e demonizar uma determinada população - o Holocausto, o pior dos casos, mas também o Ruanda e o Camboja, no tempo dos khmer vermelhos.” “Definir alguém como doença, acima de tudo doença terminal, é torná-lo não-humano, repugnante e perigoso: algo que é mutante e se alimenta de nós”, criticou o autor do blogue roiword.wordpress.com, citando um excerto do ensaio Illness as Metaphor, de Susan Sontag, escrito em 1977, após lhe ter sido diagnosticado um tumor: “Descrever um fenómeno como cancro é um incitamento à violência. O uso do cancro no discurso político encoraja o fatalismo e justifica medidas “severas”, assim como reforça a noção que a doença é necessariamente fatal. Embora as metáforas de doença nunca sejam inocentes, a metáfora do cancro é a pior de todas, porque implicitamente genocida.”
        • Magalhães Luís E abra a sua mente.




          • O famoso Shlihut (emissário sionista promotor da


          aliya) de Yave’eli no Iêmen, por exemplo, sempre foi idealizado pelos

          textos sionistas.A lacuna entre o “privado” e o discurso de caráter mais
          público é especialmente surpreendente no caso do próprio Yave’eli,
          cujas cartas para as instituições sionistas enfatizam a procura por
          mão-de-obra barata, ao passo que as suas memórias descrevem as
          suas atividades com uma linguagem quase religiosa, como levar “aos
          nossos irmãos Bnei-Israel [filhos de Israel] distantes, nas terras do
          Iêmen, as novidades da Eretz Israel, as boas-novas da Renascença, da
          Terra e do Trabalho”



          Magalhães Luís O TANAK ATACA OS NEGROS E É RACISTA. A SOCIEDADE ISRAELITA DE HOJE É RACISTA.

          Magalhães Luís Não tenho nenhuma intenção de igualar o sofrimento palestino ao sefardita (obviamente os palestinianos são os mais flagrantemente injustiçados pelo sionismo).http://www.scielo.br/pdf/nec/n79/06.pdf


          • Profeta Dias Profeta Dias Dias Sou judeu e sou profeta e repreendendo os judeus por terem assassinado o Messias e por acreditarem na doutrina falsa de Allan Kardek da reencarnação








            Magalhães Luís: O TANAK ATACA OS NEGROS E É RACISTA. A SOCIEDADE ISRAELITA DE HOJE É RACISTA.

            Magalhães Luís: Não tenho nenhuma intenção de igualar o sofrimento palestino ao sefardita (obviamente os palestinianos são os mais flagrantemente injustiçados pelo sionismo).http://www.scielo.br/pdf/nec/n79/06.pdf

            Profeta Dias Profeta Dias Dias: VIVA HITLER!

            Hitler fez com que a profecia do Profeta Ezequiel se cumprisse :

            Ezequiel 21:31 -"E derramarei sobre ti a minha indignação, assoprarei contra ti o fogo do meu furor, entregar-te-ei nas mãos dos homens brutais, inventores de destruição."

            Hitler vingou o assassinato dos judeus nazarenos netzarim mortos no 1º século, pelos judeus fariseus. Somos gratos a Hitler por isso. VIVI HITLER.

            O Eterno enviou o diluvio de açoites contra o povo judeu e para isso usou a Hitler
            Isaías 28:18

            "E a vossa aliança com a morte se anulará; e o vosso acordo com o inferno não subsistirá; e, quando o dilúvio do açoite passar, então sereis por ele pisados."

            O Eterno rejeitou a Israel e o Templo de Salomão.

            II Reis 23:27
            "

            "E disse o SENHOR: Também a Judá hei de tirar de diante da minha face, como tirei a Israel, e rejeitarei esta cidade de Jerusalém que escolhi, como também a casa de que disse: Estará ali o meu nome."

            Magalhães Luís: 

            Um artigo intitulado “Israel expulsa imigrantes negros num crescendo de linguagem racista” apresenta a norteamericana Erika Davs como sendo filha de dois protestantes, mãe baptista e pai metodista, educada durante 12 anos numa escola católica, tendo-se convertido ao judaísmo há um ano, numa sinagoga da congregação da Reforma (mais progressista do que a Ortodoxa). Antes, ironizou, foi uma “hippie pagã, uma aspirante a budista e uma ateia desleixada”. 

            Começou a distanciar-se do cristianismo quando tinha 21 anos (hoje tem 32), porque os seus pastores, ao contrário do seu rabi, lhe respondiam que “ia para o inferno se duvidasse que Deus criou o mundo em sete dias” ou questionasse outros dogmas. “A religião judaica não é racista”, frisa Erika ao PÚBLICO. “As pessoas é que estragam tudo. Sempre houve judeus negros, com diferentes tradições, línguas e culturas - e isso é uma das belezas do judaísmo. Não é maravilhoso que os judeus etíopes tivessem preservado a sua fé até hoje? A realidade é que, em Israel e na América - sobretudo aqui devido à nossa história de segregação racial e escravatura -, prevalece a imagem do judeu branco e askhenazi [de origem europeia]. 

            Pele branca é igual a privilégio branco.” Apesar da observação de Erika, o movimento de judeus etíopes para Israel quase cessou, depois de se multiplicarem os relatos do racismo de que eram alvo na “terra prometida”. “Se eu perguntar aos meus amigos negros judeus, de nascimento ou convertidos, se os judeus são racistas, todos responderão que sim”, lamentou Erika. “Citarão o modo como os árabes são tratados em Israel e a situação dos imigrantes sudaneses ilegais. Lembrar-se-ão de palavras odiosas que ouviram numa sinagoga ou na única yeshiva [escola talmúdica] para negros. A mim já me aconteceu estar num colégio para crianças judias, de 10-11 anos, e ser confundida com uma ama, porque os miúdos não são ensinados a reconhecer a diversidade no judaísmo.” Disse Erika Davis ao PÚBLICO. » http://www.opais.net/pt/opais/?det=27781&id=1641&utm_medium=referral&utm_source=rss&utm_content=L__Fora

            Racismo contra negros em Israel - Lá Fora - Vida - O país em revista


            Ser olhada “com suspeição, apenas por causa da cor da pele” não abala a fé de Erika Davis. “Há muita hipocrisia também no cristianismo e essa foi uma das razões por que me aproximei do judaísmo, de onde emanaram as religiões monoteístas. Gosto da minha nova espiritualidade. Não foi um retrocesso deixar de aceitar Jesus como um Messias. Afinal, ele era um judeu, e morreu como judeu. Não acredito em utopias; em salvadores do mundo. Os judeus não são um povo perfeito - isso não existe!”A associação Jewish Federations of North America (que representa 157 federações e 400 redes comunitárias nos EUA, angariando anualmente 3000 milhões de dólares para serviços sociais e educativos) nomeou, este ano, Erika Davis como Jewish Community Hero. Valorizou, assim, os seus esforços para “tratar os estranhos como seres humanos, porque também os judeus no Egipto foram estranhos em terra estrangeira.” Lê-se no jornal português. segundo o PÚBLICO, a blogger planeia elaborar um currículo para escolas judaicas nos EUA. Quer que os alunos que partilham a sua religião aprendam que há hebreus brancos e negros.” No entanto, concede, se já “será complicado” apresentar esta proposta na América, “é praticamente impossível” levá-la para Israel. Neste país, a hostilidade para com os imigrantes africanos tem motivações “mais políticas do que religiosas”, e estas têm sido encorajadas por antigos imigrantes, judeus da extinta União Soviética. Num artigo no diário hebraico Ha’aretz, citado pelo PÚBLICO, o judeu americanoisraelita Roi Ben-Yehuda, investigador em Resolução de Conflitos na Universidade de Columbia (EUA), lembra, a propósito das declarações xenófobas sobre os imigrantes africanos, que “todos os genocídios foram precedidos do uso instrumental da linguagem para desumanizar e demonizar uma determinada população - o Holocausto, o pior dos casos, mas também o Ruanda e o Camboja, no tempo dos khmer vermelhos.” “Definir alguém como doença, acima de tudo doença terminal, é torná-lo não-humano, repugnante e perigoso: algo que é mutante e se alimenta de nós”, criticou o autor do blogue roiword.wordpress.com, citando um excerto do ensaio Illness as Metaphor, de Susan Sontag, escrito em 1977, após lhe ter sido diagnosticado um tumor: “Descrever um fenómeno como cancro é um incitamento à violência. O uso do cancro no discurso político encoraja o fatalismo e justifica medidas “severas”, assim como reforça a noção que a doença é necessariamente fatal. Embora as metáforas de doença nunca sejam inocentes, a metáfora do cancro é a pior de todas, porque implicitamente genocida.”

            Magalhães Luís Leia isto Eliezer Abensur


            Magalhães Luís E abra a sua mente.


            O País - O Jornal da Nova Angola

          • Magalhães Luís 19Ela multiplicou, todavia, as suas prostituições, lembrando-se dos dias da sua mocidade, em que se prostituira na terra do Egito. 20E enamorou-se dos seus amantes, cujas carnes são como carnes de jumentos, e cujo fluxo é como o fluxo de cavalos. 21Ass...Ver mais

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            Magalhães Luís Os Filhos de Mizraim (Egito)

            O segundo filho de Can, “Egito”, produziu oito filhos denominados: Ludim, Anamim, Leabim, Naftuim, Patrusim, Casluim, Filisteu e Caftorim (Gênesis 10:14). Seis dos filhos de Mizraim se estabeleceram no Norte da África, Caftorim se estabeleceu em Creta, e Filistim eventualmente se estabeleceu, vindo da ilha de Creta, ao Sul de Israel. A epístola de Paulo a Tito foi endereçada à ilha de Creta (Tito 1:5). Josephus nos diz que os gregos chamava “Filistim” de Palestina. John Phillips nota que a palavra “Filisteu” é derivada de uma raíz etíope. O Dr. H. Beecher Hicks afirma que os palestinos têm um relacionamento genético com o povo negro. Aparecendo na página de frente do Dallas Morning News em 11 de janeiro de 1988, estão fotos de crianças palestinas, tão escuras quanto, e em duas instâncias, mais escuras do que os meus quatro filhos.

            Pute (Líbia)

            A Escritura não registra nenhum descendente de Pute. Entretanto, o nome Pute, Put ou Punte é proeminente na história da África.
            Magalhães Luís A Grolier Encyclopedia afirma que a cor da pele dos negros é tipicamente marrom escuro, mas com frequência é preta e marrom amarelado em alguns grupos. O World Book Encyclopedia afirma: “Nos Estados Unidos, qualquer pessoa que tenha um ancestral negro é geralmente classificada como negra, mesmo que a sua cor seja branca”.



          EZEQUIEL 23:20 











          Prezado Caio, 
          Paz e graça!
          Tenho dúvidas quanto à interpretação deste versículo, e gostaria de saber o real significado do mesmo. Por bondade me esclareça em nome de Jesus.
          E inflamou-se pelos seus amantes, cujos membros eram como os de jumentos, e cujo fluxo é como o de cavalos.
          Grato 
          _________________________________________
          Resposta:
          Querido F.: Graça e Paz!
          Por bondade me esclareça em nome de Jesus
          Estou respondendo em razão de que o seu apelo foi tão veemente e relativo a algo tão sem significado imediato, que ficou claro para mim tratar-se não apenas de um desejo de saber, mas, muito além disso, de uma vontade de ter uma outra voz, esta de fora de sua cabeça, dizendo-lhe algo que amenize o tipo de ansiedade que as imagens relacionadas ao texto de Ezequiel 23:20 causam em você.
          A leitura pura e simples do versículo nos apresenta uma descrição de natureza sexual e erótica, na qual se diz que uma dada categoria de mulheres escolhia os amantes pelo tamanho do pênis e pensando no volume das ejaculações.
          As imagens são propositalmente fortes, e têm como finalidade despertar a mente para o significado espiritual de coisas que fazemos, e que só são por nós apreendidas em seus pesos, quando somos habilitados vê-las por meio de parábolas que nos chocam os sentidos.
          De fato Ezequiel está usando a imagem de duas irmãs sexualmente taradas e gulosas; casadas, porém adulteras por prazer e muita volúpia; e que gostavam dos Egípcios porque o membro deles era como o dos jumentos, e amavam o volume da ejaculação dos Assírios, semelhante à de cavalos.
          E assim fazendo ele declara a Tara de Israel!
          É o primeiro caso de descrição psicológica do fenômeno da ambivalência sexual e afetiva feito na história da humanidade. Também é o primeiro caso de aplicação da constatação a um fenômeno ainda maior: a tara de um povo e sua paixão pelo que lhe destruía.
          Na seqüência se diz que essas duas mulheres ficaram viciadas em abuso desde a infância. Cresceram tendo os seios apalpados. E já desde cedo que desenvolveram o gosto pelo abuso como prazer.
          Desse modo o profeta denuncia relação sado-masoquista de Israel com seus “amantes”, os quais, ao mesmo tempo, eram os perversos “cafetões” de Israel.
          Israel se dava a quem odiava! É o que está dito!
          Quanto ao uso dos nomes, eis o que se diz:
          E os seus nomes eram: Aolá, a mais velha, e Aolibá, sua irmã; e foram minhas, e tiveram filhos e filhas; e, quanto aos seus nomes, Samaria é Aolá, e Jerusalém é Aolibá.”
          Samaria é Aolá, que significa tenda. Já Jerusalém é Aolibá, que significa meu tabernaculo nela.
          Jerusalém é superior a Samaria, mas na idade dos cativeiros, Samaria era a mais velha, pois foi a que se prostitui primeiro.
          Leia o texto todo e você entenderá, pois é quase totalmente auto-explicativo.
          O que me preocupou e me fez responder foi a angustia com a qual você perguntou algo tão sem significado para a vida, ou para a fé; o que me levou a crer que se tratava de uma tara sua; de algo que, inconscientemente de sua parte, se assemelha muito ao que o texto descreve acerca da psicologia espiritual pervertida de Israel, e que se fazia ilustrar pela tara das mulheres que se dão com avidez a quem mais as machuca.
          “Por bondade em nome de Jesus” — foi como você pediu.
          Ora, o que posso pensar ao medir os significados senão que o texto a ser entendido não era o de Ezequiel 23:20, mas sim o seu?
          Desse modo, aqui deixo a porta aberta!
          Se desejar pode abrir o coração!
          Deixo o texto inteiro de Ezequiel para a sua leitura. Leia o texto todo. O texto não fala de você. Você é que se vê manifestado no texto.
          Com carinho e oração, Nele, que nos ama,

          Caio
          14/12/07
          Lago Norte
          Brasília
          Distrito Federal, Brasil
          ____

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Capítulo 1: De volta ao passado oco Capítulo 2: Varão em perigo Capítulo 3: Desodorante Roll-on Capítulo 4: Travesti de Satanás Capítulo 5: Tragédia em Cristo Capítulo 6: Evangelizando na Cadeia Capítulo 7: Direto para o Inferno Capítulo 8: Inimigo Misterioso Capítulo 9: Ataque Satânico
Capítulo 10: A Noite da Concepção (revelação da paternidade de Layla Camila) Capítulo 11: O tempo não pode apagar
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If your brothers in Christ were to describe you in one word, what would it be?
In many old letters, I noticed several friends wrote down that when they think of me, they get the word: “happy”. Warmed my soul.
It reminded me of a statement that an old roommate made about me last year: “I can’t ever imagine you depressed.” It floored me, because I wasn’t always like this. I spent a lot of my youth just generally bummed out about life. And then in my 20s, I was always lamenting whatever I didn’t have.
However, something about my 30s has filled me optimism. I wish I could tell you what it is, but I simply determined to enjoy my life. I want to be happy. I seek out happy things, and miraculously happiness seems to find me.
Pastor and author Joel Osteen is famous for speaking up for happiness and the importance to practice it every day. You can’t wait for circumstances to get better. You have to create your own good fortune. So look for ways to be happy every day.
“Seek and ye shall find.” Read the follow-up blog: What Makes You Happy?
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