quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SANTA NEWS: «Virgem aos trinta» e...

Rihanna apabulla en su concierto de Barcelona
Jorge Garcia
: If Santa were real, he'd have to visit 6,100 kids a second on Christmas Eve   


 Scott Williams 

May God disturb your state of comfortability.


«Virgen a los treinta»

La venezolana Vivian Sleiman convierte en un éxito editorial 

su historia personal sobre cómo llegar a la treintena sin 

haber conocido hombre

Día 14/12/2011
No es frígida, ni puritana, ni lesbiana ni fea, pero sí conservadora y terca con sus valores. Y con su convencimiento de que el día que se entregue a un hombre será por amor. El himen intacto no es condición para ir al altar vestida de blanco, eso lo tiene claro, pero mientras espera a su «príncipe azul», la venezolana Vivian Sleiman teje su historia de cómo llegar a los treinta sin haber conocido hombre.
En un país donde es frecuente que las niñas de doce y catorce años hayan perdido la virginidad, o donde las muchachas venden en internet su primera vez por miles de dólares, el caso de Vivian parece tan atípico que ella misma decidió relatar su vida en un libro.
«Virgen a los treinta» lo escribió en tan solo cuatro meses.

Festín de Rihanna en el Sant Jordi
 ABC Religion 

Facing God in the face of nothingness. Powerful, counterintuitive  reflections from theologian Stanley  
 André Queiróz 

Muitos pensam ter a perfeita revelação da vontade de D-us... para a vida dos outros. Quem muito julga, pouco faz.

CREDO DA LIBERDADE

Não vou desistir da Igreja por causa dos religiosos que a deturpam, e fazem dela fonte de chacota e de lucro e de sacerdotes que vendem ilusões.
Mas também não quero pertencer a uma igreja que não comunica a verdade libertadora, não defende a vida e se contenta em impor dogmas, e valoriza mais a letra da lei do que a pessoa humana.

Quero lutar para que o respeito ao humano, o direito à liberdade e à justiça prevaleça. 
Por deslumbrar uma comunidade onde as pessoas não sejam obrigadas, mas desafiadas a viverem uma fé pertinente ao mundo que vivemos e não esteja presa a uma cultura que não nos pertence, pronuncio o esboço de um credo que acredito satisfazer pelo menos aos primeiros passos da fé cristã:

  •  Creio em Jesus de Nazaré como o Cristo Filho de Deus, Senhor e salvador de todos, expressão legítima de Deus e parâmetro de vida e fé.

  • Creio na Bíblia como livro sagrado porque revela Cristo, a Palavra Viva.

  • Creio em Deus como Criador ativo na história por meio do Espírito Santo que glorifica a Cristo, e por isso não-intervencionista.

  • Creio que as coisas que acontecem na criação, boas e ruins provém da liberdade e nela o homem tem a possibilidade de revelar Deus, agindo como Jesus.

  • Creio na salvação como uma dádiva divina que se concretiza na história pela resposta humana ao chamado de Deus para encarnar o reino.

  • Creio na oração não como um meio de convencer Deus aos nossos interesses, mas como os interesses de Deus são legítimos, verdadeiros e a máxima expressão de vida e amor, a oração nos converte a esta vontade.

  • Creio que o pecado é de responsabilidade pessoal. Pecamos e experimentamos o mal em virtude de sermos criaturas. Só Deus não peca.

  • Creio que a fé cristã nos desafia a lutarmos contra todo o tipo de morte e seus processos.

  • Creio que a boa teologia brota da vida e não da letra e se renova constantemente no pensar sobre Deus.

  • Creio que os milagres registrados na Bíblia não estão para provar que Deus tem poder, mas sim para sinalizar o Reino de Deus, demonstrar que Deus é contra o mal e nos desafiar à mesma postura divina.

  • Creio que a pregação do evangelho é um chamado para a Vida.

  • Creio na graça e no amor de Deus e que ele não faz acepção de pessoas e não tem um grupo seleto, mas é sobre todos e para todos de igual forma.

  • Creio que todos somos pecadores e chamados para experimentarmos a graça, através do único meio possível, na caminhada.

  • Creio que nem a oração, nem a fé são instrumentos de coação contra Deus.

  • Creio que Pai, Filho e Espírito Santo formam uma unidade perfeita em amor, sendo um só Deus, e, portanto, Jesus como mediador não está contra os interesses do Pai e, nem ele, nem o Espírito Santo intercedem por nós como se o Pai fosse resistente em nos abençoar.

  • Creio que não há uma distância entre Deus e a humanidade que precisa ser superada, mas que Ele é o Emanuel desde sempre.

  • Creio que o culto não é uma prestação de serviços a Deus e nem tampouco serve para conquistar o coração de Deus ou chamar sua atenção, mas é uma celebração de vida com Deus.

  • Creio que a fé cristã não é uma vantagem ganha, mas o privilégio de um compromisso sério, profundo e eterno com Deus.

  • Creio que Revelação só o é pela capacidade de ser renovável e contemplar o presente. Revelação congelada no tempo perdeu sua essência.

  • Creio que a piedade cristã legítima é aquela que se desenvolve com contentamento e não por sacrifícios e penitências.

Há muito mais coisas ainda para se colocar, mas aqui estão as primeiras linhas que me motivam a continuar na caminha cristã.

Se você concorda com meu credo sigamos na caminhada. Se não concorda e mais ainda, acredita que é um desvio da fé cristã, só peço que se comporte com dignidade e use de cordialidade. Não precisa agredir; apenas me ignore e eu entenderei o recado.

Quero seguir em paz com minha consciência e não se preocupe, não tenho nenhum receio em comparecer diante do tribunal de Cristo. A ele e à sua justiça me submeto.

Não serei prisioneiro de qualquer conceito que se imponha com apenas a possibilidade de repeti-lo e nunca questioná-lo. Sou livre e quero viver a liberdade para a qual Cristo me libertou.
Respeito você crer diferente, e peço o mesmo.

Diria o seguinte: 
Desligo-me da igreja congelada no tempo que apenas repete doutrinas.
Reafirmo meu compromisso com a Igreja, esta que procura Revelar Deus encarnando a verdade de Cristo; promovendo a vida.

Sou feliz pela minha comunidade da fé!
Eliel Batista

10.11.11


SEM IGREJA OU COM IGREJA?


Apesar do IBOPE recentemente ter apresentado uma pesquisa de que a igreja ainda é uma das instituições mais bem cotadas no quesito de confiança social, acredito que haja hoje em dia uma desconfiança crescente em relação a Igrejas Evangélicas e certo ceticismo em relação aos sacerdotes das mesmas.

Porém, quando falo de desconfiança não o faço a partir da mesma base da pesquisa, mas de impressões internas, nascidas de encontros e diálogos religiosos. 
Não pretendo que este texto tenha validade científica, apenas reflito.

A população pode dar um crédito positivo, mas parece que cada vez mais os próprios crentes não confiam em suas instituições. 
Não há uma desistência da fé, mas há um abandono e aversão às instituições.

Não acredito que a causa do desencanto com a igreja seja teológica. A teologia, como justificativa para o afastamento é usada como uma espécie de racionalização da dor. 
A natureza da causa é mais de cunho emocional, fruto de relacionamentos conflituosos, mas como é comum buscar racionalizar as dores como um meio de alívio, teologiza-se.
Evidentemente, este afastamento causado por um alto índice de insatisfação traz consigo sentimentos negativos.

Temos como exemplo midiático o da Carol Celico, esposa do jogador Kaká, que falou sobre seu desligamento da igreja: “Olhando as atitudes dos meus líderes, percebi situações em que a palavra não condizia com a atitude”. (1) E num talk show disse "a igreja de Cristo está em qualquer um (...) hoje minha igreja é minha casa". (2)

Neste exemplo, está implícita uma dor (frustração) e a justificativa teológica que autentica o afastamento não da instituição que causou a dor, mas das instituições.

Não culpo ninguém e seria injusto culpar alguém ferido, pelos seus sentimentos negativos em relação à uma igreja e seus líderes, principalmente aquelas pessoas que abusadas e extorquidas sentiram-imbecilizadas e encontram-se feridas e empobrecidas. 
Chamo a atenção para o perigo das generalizações e seus preconceitos. 
Segundo Gordon Willard Allport (1954) – em “A natureza do preconceito”, o preconceito existe como resultado das frustrações das pessoas que em determinadas circunstâncias, podem se transformar em raiva e hostilidade. 
Portanto, uma pessoa num ambiente pretensamente cristão sendo abusada em sua boa fé, e inibida por esta mesma fé em demonstrar esta raiva e hostilidade, pode na tentativa de não cometer pecado contra o próximo, projetar para a instituição e, para diluir mais ainda a possibilidade do pecado, projetá-las por meio de uma generalização – todas as instituições são com esta. 
Desta maneira, cabem estigmas do tipo: “todo pastor é aproveitador e as igrejas são negócios”.

O fato de ter sido abusado, o que é grave, não deve furtar a capacidade de respeitar as individualidades e de conhecer as coisas como realmente são. 
Uma classe ou um grupo não fazem um indivíduo. Não podemos esquecer que apesar de existirem aqueles que consideram a igreja como uma instituição falida, semelhante discurso já se fez e faz a respeito do casamento. 
Talvez pudéssemos dizer que o modelo existente não comporta mais, mas não necessariamente que a instituição enquanto tal, não deva existir.

Para ilustrar que somos convenientemente seletivos nas generalizações, podemos comparar esta questão com o trânsito automobilístico. 
A cada 40 minutos uma pessoa morre num acidente numa rodovia e a cada hora 17 são feridas. (3)
Apesar deste número alarmante não existe uma generalização e nem preconceito contra os motoristas e seus automóveis, do tipo: "todo motorista é perigoso" ou "automóvel não presta". 
Isto, talvez, porque em cada família há pelo menos um que dirige não necessariamente habilitado, mas dirige. Obviamente que quando se está implicado na situação a própria pessoa rejeita generalizações: - "existem motoristas e motoristas".

Compreendo que uma adolescente, filha de um pai violento que tenha sido abusada, interprete que os homens não valham nada, mas o fato de compreender não me leva concordar com tal afirmação.
Por outro lado, é verdade, não consigo compreender porque uma pessoa em nome de Deus abusa daqueles que confiaram suas vidas às suas mãos.

Infelizmente muito do que se vê na TV, audível nas rádios e as experiências negativas experimentadas por alguns em algumas igrejas sugestionam a uma boa probabilidade de estigmatizar, isto é, a rotular pastores e suas igrejas.
Mas estes sentimentos negativos, a insatisfação e a frustração apontam uma tendência que, a meu ver, pode se tornar um grande problema. 
Quando somos feridos e não temos como exigir justiça tendemos a nos afastar daquilo que nos feriu. 
O preconceito, normalmente estereotipado, é uma forma de se estabelecer um tipo de distanciamento ressaltando aquilo que é negativo e predispondo-se a sentir, pensar e comportar-se a partir do negativo. 
E mais ainda, influenciar outros na tentativa de preveni-los do possível perigo.

Há uma generalização que paira no ar em se pensar pastores e igrejas dentro de uma categoria ou características negativas do tipo: inútil, desnecessário, interesseiro, mercantilista e de abuso.
Não custa lembrar aos sem igreja, que cada vez mais aumentam em número, de que este tipo de generalização levou à prática de crimes de discriminação étnica, tanto de escravatura como de genocídio, como foi o caso dos africanos, dos índios, dos ciganos ou dos judeus. E sempre com o discurso de se desejar um mundo melhor.

Evidentemente que neste ponto da história a raiva ou hostilidade concretizada em atitudes altamente destrutivas são impensáveis, porém, não impossíveis. 
Há que se cuidar.

Ao ler diversas frases e ouvir diversas expressões que rotulam genericamente pastores e igrejas percebo conteúdos que formulam uma discriminação. 
O porta-voz do tema coloca-se em uma condição superior. Há sempre um “que” de que aquele que ainda está filiado a uma igreja seria inferior a ele que se livrou das tais.

Assim como o gênero masculino se considerou superior ao feminino e o branco superior ao negro, aqueles que desistiram das igrejas correm o perigo de transmitirem um pensamento de que aqueles ainda participam de igrejas são “fracos e inferiores”.
Não é para menos, já que a história religiosa revela que a cristianização do império ou a imperialização do cristianismo fez com que a fé fosse beligerante e os sem igreja seriam o pior tipo de pessoa, filhos do demônio. Porém, não é preciso inverter os polos. 
Quem é vítima de preconceito, de estigmatização deve sempre lembrar que pisotear o outro, considerá-lo inferior é terrível.

Não quero com isto defender os maus, nem acobertar os erros, mas desejo apenas que a Paz reine, a liberdade de pertencer ou não a uma igreja seja fruto da experiência de cada um e não de um estigma, preconceito ou generalização.

A história da fé religiosa é igual a qualquer outro aspecto da história, têm suas feridas e curas, saúde e doença, bons e maus.

O papel de qualquer um ou melhor, de todos, deve ser o de escrever a parte dos bons.

Nem toda igreja é Igreja e nem todo pastor é Pastor, mas isto somente a vivência e convivência podem demonstrar. 
Há sim, é sempre bom lembrar que nem todo o sem-igreja é sem-igreja.

Eliel Batista
 Jim Cramer 

Cramer's 'Mad Money' Recap: Awful Days Ahead (Final) - 

Labels

Blogroll

Search

Popular posts

Protestante por consciência calvinista e zuingliana, um teísta remanescente (cristão integrado na Oholyáo de YÁOHU UL/Ele-Ela) antinominiano esteta ecuménico e inclusivo

Blogger templates

Blognovela - Simplismente Layla

Capítulo 1: De volta ao passado oco Capítulo 2: Varão em perigo Capítulo 3: Desodorante Roll-on Capítulo 4: Travesti de Satanás Capítulo 5: Tragédia em Cristo Capítulo 6: Evangelizando na Cadeia Capítulo 7: Direto para o Inferno Capítulo 8: Inimigo Misterioso Capítulo 9: Ataque Satânico
Capítulo 10: A Noite da Concepção (revelação da paternidade de Layla Camila) Capítulo 11: O tempo não pode apagar
Capítulo 12 - Final: The End (o fim em inglês)


Fluir.tv
edsom on livestream.com. 


A minha Lista dos meus blogues

Número total de visualizações de página

Blogger templates

Inspiration Report
If your brothers in Christ were to describe you in one word, what would it be?
In many old letters, I noticed several friends wrote down that when they think of me, they get the word: “happy”. Warmed my soul.
It reminded me of a statement that an old roommate made about me last year: “I can’t ever imagine you depressed.” It floored me, because I wasn’t always like this. I spent a lot of my youth just generally bummed out about life. And then in my 20s, I was always lamenting whatever I didn’t have.
However, something about my 30s has filled me optimism. I wish I could tell you what it is, but I simply determined to enjoy my life. I want to be happy. I seek out happy things, and miraculously happiness seems to find me.
Pastor and author Joel Osteen is famous for speaking up for happiness and the importance to practice it every day. You can’t wait for circumstances to get better. You have to create your own good fortune. So look for ways to be happy every day.
“Seek and ye shall find.” Read the follow-up blog: What Makes You Happy?
More Wisdom from The Osteens:Joel Osteen on the Creative Power of Words Become a Better You Victoria Osteen Says ‘Love Your Life’
Read more:

This Week on Hour of Power - Easter 2011 from Crystal Cathedral Ministries on Vimeo.

Hour of Power Ep. 2151 - Full Hour from Crystal Cathedral Ministries on Vimeo.